Tecnologia é despesa ou fonte de receita?

Dependendo de quem você pergunta, tecnologia pode ser despesa ou fonte de receita para as empresas, e isso não é necessariamente uma situação de “copo meio cheio ou meio vazio”, otimista x pessimista, mas sim de como você encara e usa essa tecnologia, desde o momento em que você pensou em aplicar uma solução na sua empresa até as medições de resultado.

Sabendo que você tem alguns questionamentos sobre o assunto e que – principalmente – você é alvo de questionamentos e pressões em cima disso, vamos fazer uma diferenciação de quando a tecnologia é despesa (e como evitar isso) e quando ela é receita (e como potencializar isso).
2121
Quando tecnologia é despesa?

1. Quando é feita sem planejamento ou aconselhamento adequado

Não importa o quanto você entenda de tecnologia, você está abrindo uma chance significativa de fracasso se não você parar e pensar sobre todo o caminho que você quer percorrer e onde quer chegar (falaremos de objetivo logo). Veja a implantação de tecnologia como um novo plano de negócio, com definição de público-alvo, parceiros, canais, etc. Coloque tudo no papel e aí sim comece seu caminho.

Quanto a parceiros, alguém que possa lhe auxiliar a avaliar suas necessidades, sua infraestrutura e seu perfil vai transformar seu plano de negócio com tecnologia em uma realidade vitoriosa. A visão de alguém de fora, que já encontrou casos semelhantes ao seu, é fundamental para evitar que seu investimento se torne uma despesa sem utilidade.

2. Quando gastar menos é mais importante que gastar certo

Uma coisa é investir conscientemente, outra é gastar menos do que se deve. O primeiro respeita a sustentabilidade do seu negócio, sem afetar seus planos, o segundo é jogar dinheiro em algo que não vai dar resultado. Se você fez seu planejamento, se você sabe de todas as variáveis que envolvem seu projeto, fazer concessões de qualidade ou escopo da solução a ser implantada em nome do “gastar menos” vira um exercício de desperdício, não de investimento.

3. Quando você não estabelece objetivos

Todo planejamento gravita em torno do objetivo. É ele que diferencia o capricho, o “ter porque eu tenho que ter” do “ter porque vai me ajudar a chegar nesse resultado”. A tecnologia deve ajudar a encurtar distâncias, gerar receitas, aumentar produtividade ou tudo ao mesmo tempo. Se seu motivo para ir atrás de uma solução não cabe em nenhuma destas caixinhas esqueça.

4. Quando você acredita que só ela vai resolver seus problemas

Aqui é onde mora o principal perigo: tecnologia é uma alavanca para as qualidades do seu negócio, não um truque de mágica que vai criá-las. Antes de dar qualquer passo para procurar uma solução tecnológica, pense se sua dificuldade não está alguns passos atrás: em processos, pessoas, operação…a melhor árvore não dá frutos se cresce em solo ruim.
2323
Quando tecnologia é receita?

1. Quando faz diferença na qualidade do trabalho da sua equipe

A tecnologia bem aplicada ao seu negócio transforma as pessoas: os prazos para entregar trabalhos são reduzidos, os atendimento são mais eficientes, o espaço do escritório se expande para qualquer lugar, a distância entre equipe de campo e equipe no escritório some…melhor de tudo: faz dos bons funcionários melhores e dá a visibilidade necessária pra identificá-los. E ao ganhar mais para cada Real investido em equipe, eliminando turnover e contratações descontroladas, a tecnologia vira fonte de receita indireta.

2. Quando te permite fazer mais no mesmo tempo e com os mesmos recursos

Quanto tempo você perde com deslocamentos para reuniões? Quanto tempo leva para você fazer uma venda e processá-la? Como você resolve um problema na empresa se você não está no escritório? Quantas pessoas a mais você precisaria para aumentar em 10% seu volume de operação / produção / atendimento?

Qualquer um desses obstáculos pode ser solucionado com a aplicação correta da tecnologia certa. E todos eles envolvem custos irrecuperáveis, que muitas vezes tratamos como “custo de fazer negócios”. Ao reduzi-los e até eliminá-los, você consegue fazer mais sem aumentar sua estrutura.

3. Quando oferece uma facilidade para seus clientes

Produtividade é excelente, e faz você atender mais clientes. Mas e a experiência destes clientes?

independente do seu porte ou ramo de atividade, você tem um cliente final que vai se beneficiar da aplicação de uma solução de tecnologia bem feita. Seja o backbone de um CRM poderoso, seja um sistema de telefonia que agiliza atendimento, seja a oferta de wi-fi gratuito para clientes em seu estabelecimento, sempre há uma melhoria oferecida pela tecnologia que vai aumentar as vendas mais rentáveis de sua empresa: as feitas para aqueles clientes que você já conquistou.

4. Quando ela alimenta métricas e direciona esforços

No final do dia, tudo se resume na última linha. Uma empresa conectada tem visibilidade, acompanha com eficiência indicadores diferentes em tempo real e os combina para entender onde seu negócio está e o que falta para chegar onde você quer.

Lá em cima, falamos que sem objetivo tecnologia é despesa inútil. Ela cruza a linha para receita quando não só você define esse objetivo, mas consegue enxergar quanto falta para chegar, e te dá subsídios para decidir o que fazer para chegar.

E então, lembra de mais algum momento em que a tecnologia é só despesa? Já viu uma situação onde a tecnologia virou fonte de receita?

Cisco lança campanha global para destacar a Internet de Todas as Coisas

Cisco lança campanha global para destacar a Internet de Todas as Coisas
Objetivo é mostrar o compromisso, em longo prazo, da empresa com o conceito de conectar coisas, processos, dados e pessoas
A Cisco lança no Brasil a campanha publicitária global “O Futuro Começa Aqui”. O objetivo é propagar o conceito de como a Internet de Todas as Coisas (IoE, da sigla em inglês) está cada vez mais presente em diferentes setores e segmentos industriais, conectando coisas, processos, dados e pessoas, transformando o dia a dia de todos.
Para a campanha, a agência norte-americana Goodby, Silvertein & Partners desenvolveu três peças que trabalham o conceito de como a Internet de Todas as Coisas vai impactar diretamente a vida das pessoas.
No Brasil, a campanha foi adaptada pela agência DM9DDB. A primeira peça que está sendo veiculada mundialmente é “O último engarrafamento”, ilustrando como a adoção de tecnologias que deixam as cidades mais conectadas pode trazer soluções para problemas do cotidiano, como o trânsito nas grandes cidades.
Além de meios digitais e veículos impressos, a campanha também será divulgada nos relógios de rua da cidade de São Paulo.
“Destacamos em nossa campanha a construção da Internet de Todas as Coisas que vai conectar cidades, indústrias e pessoas. Essa vontade de usar a tecnologia como um facilitador do dia-a-dia faz parte do DNA da Cisco”, afirma Eduardo Campos, Diretor de Marketing da Cisco do Brasil.
O primeiro vídeo da campanha (com legendas) pode ser visto aqui. As duas peças seguintes estão previstas para serem lançadas, respectivamente, no fim de março (last product recall – o último recall) e em maio (the last blackout – o último apagão).

Rumo à telefonia IP: qual o caminho?

Telefonia é uma das tecnologias que boa parte das empresas menos leva em consideração, muitas vezes por desconhecer as diferenças no uso de ramais analógicos, digitais ou IP e também por acreditar que o analógico é a única solução acessível das 3. Para colocar todos na mesma página, vamos definir cada um deles:

Ramal analógico: o padrão, usado na sua casa e na maioria das empresas do Brasil. O ramal é conectado a uma central PABX analógica.

Ramal digital: alguns recursos adicionais em relação ao analógico, como capacidades de conferência e transferência de chamadas, informações no próprio telefone sobre ocorrências e acesso a menu via visor, etc. O ramal também é conectado a uma central PABX, mas em uma porta digital.

Ramal IP: diversos recursos adicionais, além de dar mobilidade às comunicações. O ramal se conecta a um PABX IP que se conecta à rede de internet de sua empresa.

Na verdade, há uma diferença óbvia em investimento, mas também há benefícios a serem colhidos, especialmente nos ramais IP. As questões a seguir vão falar um pouco mais dessas diferenças, e como melhor se preparar para ir da telefonia analógica para a IP
blog telefone ip
Que recursos eu quero além do básico?

Se sua resposta foi “nenhum”, o analógico é sua melhor escolha. Porém, é bem possível que você queira mais do que só voz de seu telefone, até como uma plataforma para se comunicar mais e melhor com clientes, parceiros e outros.

No caso da telefonia IP a comunicação fica mais sofisticada, podendo adicionar vídeo às conversas e com capacidades que inexistem ou seriam cobradas à parte junto às operadoras de telefone, além de prover total mobilidade nas comunicações por meio do softphone, que transforma qualquer aparelho conectado a uma rede de internet em um telefone (PC, tablet, etc.), além de gerenciar redirecionamento de chamadas para celulares da empresa, por exemplo.

Qual meu plano de investimento para telefonia?

Independente das suas melhores intenções, e de saber que você precisa de algumas das funcionalidades da telefonia IP que descrevemos acima, sua capacidade de investimento pode ser menos que o necessário para entrar direto nessa. Nesse caso, é recomendável que você dê um passo intermediário e comece sua telefonia a partir de uma central híbrida.

As centrais híbridas são preparadas para a telefonia analógica que você tem hoje e para a telefonia IP que você quer para amanhã. Dessa forma, o custo de upgrade para uma telefonia puramente IP será bem reduzido quando você tiver a capacidade para este investimento.

Estou pronto para telefonia IP?

Ramais analógicos e digitais exigem a central PABX apenas, enquanto a telefonia IP exige uma conexão banda larga de internet para seu mínimo e bom funcionamento. O que pode ser uma boa notícia para você é que talvez sua banda larga já seja suficiente para a solução, visto que muitas empresas possuem planos de alta capacidade que estão subutilizados.

Se não for o caso, é necessário fazer junto com seu parceiro de tecnologia uma avaliação de sua rede e descobrir a real necessidade de banda para atender suas necessidades de transmissão de dados e de telefonia. Considerando as vantagens até de redução de custos em telecomunicação, o investimento deve compensar.

Lembre-se também de checar com seu parceiro de tecnologia se a rede deve ser compartilhada entre dados e telefonia (ou seja, a mesma conexão atende as duas funcionalidades) ou se telefonia deve ter uma conexão dedicada, exigindo uso de switches ou outros recursos. Porém, na maioria dos casos, a conexão compartilhada atende bem a necessidade.

Que resultado eu posso esperar com a adoção de telefonia IP?

Os impactos positivos na sua empresa são numerosos, mas vamos agrupar os principais:

Mobilidade: qualquer dispositivo com acesso à internet pode ser um telefone por meio da telefonia IP. isso significa que você pode atender ligações, fazer conferências e redirecionar chamadas até mesmo de seu tablet, não importa onde você esteja. Esta funcionalidade é especialmente importante para uma empresa que possui boa parte de sua equipe central espalhada em campo (equipe de vendas, por exemplo), ou para gestores que vivem em deslocamentos fora do escritório.

Redução de custos: além da redução de tarifas telefônicas, há uma redução no custo de gerenciamento de TI (ao invés de administrar telefonia e conexões de dados, tudo é centralizado). O custo de ampliação da rede também é reduzido, por um processo simples de adição de novos pontos sem necessariamente trocar hardware.

Comunicações mais completas: telefonia IP pode adicionar vídeo aos seus contatos, fazendo do telefone uma ferramenta de treinamentos e reuniões muito mais eficiente. Além disso, há um fator de integração maior das equipes, permitindo – por exemplo – que a mesma ligação toque em vários aparelhos, garantindo que nenhum contato será perdido.

A telefonia IP é o passo mais importante no que na Cisco chamamos de Comunicações Unificadas, ou seja, comunicações mais simples a partir de qualquer lugar, hora ou dispositivo. É o passo que sua empresa deve dar para não perder nenhum movimento de clientes ou de seu mercado.