6 cargos mais desejados na área de TI .

Em um mercado tão promissor, alguns cargos são o sonho de muitos profissionais da área.
A área de tecnologia da informação é essencial para um bom ou mal resultado de um negócio. Percebendo essa mudança no mercado, muitas empresas têm investido no setor, buscando especialmente uma boa equipe na infraestrutura de TI que abrange a parte de software, hardware, redes e banco de dados. Com todas as áreas cobertas, a empresa consegue ter o suporte operacional necessário que tanto precisam, já que a tecnologia é uma grande alternativa para turbinar a produtividade das empresas. Isso é possível, pois hoje em dia as organizações demandam profissionais de TI que não só administrem esta infraestrutura toda, mas que também tenham conhecimento dos negócios da empresa. A cada dia, novas tecnologias aparecem como por exemplo, Big Data e Cloud Computing que têm ocupado um espaço significativo nas organizações, e pelo visto é um caminho sem volta que só tende a aumentar. E essa tendência é mundial. Devido a este crescimento ininterrupto, e a previsão de que este setor não terá resseção tão cedo, muitas pessoas investem e se interessam por uma carreira profissional na área de tecnologia da informação. Existem muitos cargos nesta área, mas nos dias de hoje é possível destacar seis como os mais desejados: 1- Desenvolvedores A área de desenvolvimento se apresenta como a mais promissora. Os desenvolvedores devem ser capazes de fazer a empresa avançar, ter potencial para conseguir escrever códigos e desenvolver aplicações, integrá-las e realizar testes dos códigos nos computadores para verificar o funcionamento das aplicações de software, operações e processamento de dados. O empresário vê uma grande dificuldade em encontrar um profissional com todas essas habilidades, que possua experiência capaz de lidar com toda essa complexidade das operações. 2- Analista de Sistemas A vaga de analista de sistemas também é muito desejada por profissionais da área. Além disso, há uma alta procura no mercado por bons profissionais para este cargo. Para ocupá-lo, porém, o profissional deve ter habilidade em analisar a disponibilidade de ofertas tecnológicas e trabalhar em conjunto com a equipe de programadores para conseguir aplicar as estratégias de TI. Ele deve ser capaz também de orientar o executivo de TI sobre prestação de serviços de segurança de dados e informações. 3- Administrador de Banco de Dados Dentre os cargos mais bem remunerados na área de TI está o de administrador de banco de dados. Este profissional é responsável pela manutenção e refinamento dos bancos de dados corporativos, que precisam estar disponíveis, consistentes, íntegros, definidos, confiáveis, compartilhados e em segurança para que as decisões tomadas pela gerência sejam as melhores possíveis para a empresa. 4- Analista de Suporte A contratação de profissionais para a área de suporte ainda é alta e com isto é um cargo que para quem pretende ingressar na área de TI pode ser interessante. As empresas precisam destes profissionais para que tenham a capacidade de suportar a demanda de atualização da grande quantidade e variedade de software e hardware, que aumenta a cada momento dentro das organizações. Além disso, cabe a ela atualizar redes e é preciso que saibam instalar equipamentos e fazer backups. 5- CIO O cargo de gerência em TI pode ser executado de diferentes modos, dependendo do tamanho da empresa. Em empresas mais novas e menores, o gerente de TI tem a função de organizar sistemas e tecnologias para otimizar a gestão. Já para companhias maduras e bem estruturadas, ele deve definir estratégias empresariais, ideias, inovações, e a criar novos formatos de negócios, ajudando assim o andamento da empresa. 6- Engenheiro de Software Outro cargo desejado pelos profissionais de TI que pode ser destacado é o de engenheiro de software, cargo muito confundido com o do programador. O engenheiro de software ocupa a parte do desenvolvimento e manutenção de técnicas computacionais. Os engenheiros de software desenvolvem, projetam e testam diferentes tipos de software. Eles se encontram com os clientes para determinar suas necessidades, em seguida, criam um software para as suas especificações. Eles se especializam em áreas como a construção e manutenção de sistemas de computadores corporativos. Os programadores se especializam em escrever programas de software. A área de TI se expande em uma velocidade incalculável, e com isso, muitas pessoas têm interesse em migrar para este setor. As oportunidades não são regionais e sim mundiais, elas aparecem, crescem a cada dia, se bem aproveitadas podem trazer um futuro promissor ao profissional.

yyy

5 tendências de armazenamento que vão transformar os Data Centers.

Uso de SSDs, memória flash e Nuvem são algumas das possibilidades que prometem modificar a forma como dados são arquivados.
A indústria de armazenamento está evoluindo muito rápido nos últimos anos. Novas tecnologias e soluções são apresentadas no mercado diariamente, prometendo mais agilidade, segurança e novas formas de se arquivar dados. E muitas dessas novidades – que já estão sendo usadas no mercado – vão transformar o jeito com que se trabalha com os Data Centers. Por isso, preparamos uma lista das 5 principais tendências nesta área: 1- SSDs Em breve os SSDs (solid-state drive – uma nova tecnologia de armazenamento considerada a evolução do disco rígido, HD) estarão mais preparados para suportarem altíssimas capacidades. A questão de preço – custando ainda mais do que os HDs – e a questão de capacidade de armazenamento menor em relação aos díscos rígidos são desvantagens que em breve serão transpostas. Sendo assim, seus benefícios prevalecerão e será uma opção para o mercado de armazenamento. 2- Memória Flash Outra opção é o armazenamento em memória Flash, que hoje suporta até 16 TB de dados, superando até mesmo o mais denso disco rígido. No entanto, já existem tecnologias alternativas à Flash, que prometem revolucionar a computação, proporcionando um mecanismo para a memória RAM. 3- Armazenamento Primário O armazenamento primário, ou memória principal, está sofrendo também modificações para se tornar mais rápido. Alguns equipamentos estão utilizando os SSDs conectados diretamente à interface NVM Express para otimizar o acesso aos dados e melhorar os comandos do conjunto de recursos para PCI Express. Neste sentido, muito em breve, vários fornecedores terão que se reposicionar no mercado para alcançarem a mesma agilidade. 4- Sistema de Armazenamento particular Uma nova possibilidade é também montar seu próprio sistema de armazenamento, buscando no mercado soluções mais focadas às necessidades de cada empresa. O denominado armazenamento caixa-branca, sugere a participação de COTS – Commercial off-the-shelf -, nesta construção, uma vez que fornecedores tradicionais de hardwares e softwares estão desenvolvendo ferramentas cada vez mais conectáveis entre si, fornecendo soluções estáveis para o processo de integração entre os módulos, mesmo que de diferentes marcas. Da perspectiva do usuário, a nova abordagem permitirá o acesso à mesma tecnologia que os grandes provedores de serviços de Nuvem usam, com preços mais baixos. 5- Armazenamento em Nuvem Talvez não seja mais uma tendência do mercado de armazenamento, mas sim uma realidade que vem transformando a forma de ser arquivar, gerenciar e acessar dados: a Computação em Nuvem. Seja em ambientes particulares ou corporativos, seja para pequenas ou grandes empresas, a Nuvem é uma solução capaz de ser personalizada para qualquer necessidade. Além disso, a Nuvem também está por trás do crescimento dos Data Centers virtuais, que substituem os servidores físicos. Essas são algumas das tendências que a curto e médio prazo já estarão presentes no mercado e disponíveis para acesso. Existem, porém, muitas outras possibilidades no mercado de armazenamento, que vão de encontro às necessidades e investimentos que cada empresa poderá ter.
bbb

Sua empresa precisa de um CDO?

Saiba mais sobre este profissional que ganhou extrema importância nos últimos anos.

Nos últimos cinco anos, um novo ativo passou a existir dentro das empresas: o valor da TI vinculada à integração da análise inteligente de dados do negócio. Todas as pessoas que estão conectadas de alguma forma, seja por desktops, tablets ou smartphones, que estejam com GPS ou Bluetooth ligados, estão gerando dados. Para transformar todos esses dados em informações relevantes, que gerem novos produtos, serviços e resultados financeiros positivos para as empresas, é preciso que haja um coordenador para organizar toda essa malha de bites, provenientes de diferentes plataformas, com diferentes linguagens. O profissional responsável por essa tarefa é o CDO. CDO – ou Chief Data Officer – define o gestor de dados de uma empresa. Ele é diferente do CIO, pois este coordena os trabalhos com a informação de uma forma geral. Dependendo da área de atuação de cada empresa, esse CDO tem funções distintas, podendo, por exemplo, atuar em questões de governança e conformidade, organizando melhor os dados que são acessados frequentemente nos processos internos dos negócios. Em outras empresas porém, esse especialista pode se concentrar na análise das informações e atuar como um consultor atendendo os clientes que têm conhecimentos avançados em TI e questionam os produtos e serviços da empresa. De acordo com a pesquisa Forrester Research, o cargo teve uma ascenção desde meados de 2014. 45% dos cerca de 3 mil entrevistados atribuíram alguém para coordenar e supervisionar a estratégia de dados e outros 16% pretendem contratar um profissional responsável pela função. Empresas que têm previsão de crescimento acima de 10% são mais sucetívies a terem esse profissional entre os colaboradores. A sua função principal é tornar a empresa mais inteligente, utilizando os dados que já tem ou que continua capturando de seus clientes e possíveis clientes. O CDO responde diretamente ao presidente executivo da empresa, oferecendo-lhe informações valiosas sobre o comportamento dos consumidores, dados de mercado, tendências e outras questões que podem ser decisivas nas tomadas de decisões de uma empresa. Para ser um CDO, o profissional precisa, além de um grande conhecimento técnico, entender de gerenciamento de informações, gestão de pessoas e liderança. Saber se comunicar de forma rápida, transparente e direta e ter um tino comercial para negociar suas ideias com os diferentes departamentos da empresa ou clientes externos também são ótimas habilidades. Precisa saber ver todos os potenciais da empresa, saber tudo o que ela consegue fazer e pinçar entre a cascata de dados analisados aqueles que vão poder gerar relevância para o negócio. Também, é fundamental que tenha senso de urgência já que em um mercado em transformações constantes, as decisões são para ontem, exigindo, inclusive, flexibilidade na mudança dos pontos de vista sobre uma decisão ou outra. Por fim, o CDO deve respeitar a trajetória da empresa, suas tradições e interesses. A busca por inovação deve ser constante, mas não conquistada a qualquer custo. É preciso conhecer os limites de atução e sugestões de ações, especialmente para negócios mais tradicionais e que trilha há anos rumos em seus mercados, mesmo que venha a desperdiçar uma grande oportunidade. Para o mercado, o grande desafio hoje é encontrar esse profissional, assim como seus subordinados: os cientistas de dados. Mesmo porque não existe uma formação acadêmica específica. Não necessariamente precisa ser uma pessoa graduada em áreas da computação. Algumas empresas têm contratado matemáticos e físicos e tem dado certo. De acordo com a consultoria McKinsey, haverá um déficit de 1,5 milhão de gerentes e analistas com conhecimento de Big Data nas companhias americanas até 2018. Interessados em se candidatar, devem começar a se especializar desde já.

www

Rumo à telefonia IP: qual o caminho?

Telefonia é uma das tecnologias que boa parte das empresas menos leva em consideração, muitas vezes por desconhecer as diferenças no uso de ramais analógicos, digitais ou IP e também por acreditar que o analógico é a única solução acessível das 3. Para colocar todos na mesma página, vamos definir cada um deles:

Ramal analógico: o padrão, usado na sua casa e na maioria das empresas do Brasil. O ramal é conectado a uma central PABX analógica.

Ramal digital: alguns recursos adicionais em relação ao analógico, como capacidades de conferência e transferência de chamadas, informações no próprio telefone sobre ocorrências e acesso a menu via visor, etc.. O ramal também é conectado a uma central PABX, mas em uma porta digital.

Ramal IP: diversos recursos adicionais, além de dar mobilidade às comunicações. O ramal se conecta a um PABX IP que se conecta à rede de internet de sua empresa.
Na verdade, há uma diferença óbvia em investimento, mas também há benefícios a serem colhidos, especialmente nos ramais IP. As questões a seguir vão falar um pouco mais dessas diferenças, e como melhor se preparar para ir da telefonia analógica para a IP.
rere

12 exigências de trabalho para um Chief Data Officer.

12 exigências de trabalho para um Chief Data Officer
Saiba o que é necessário dominar para se tornar um profissional de dados.
Com a crescente demanda por tecnologias de análise de dados e profissionais que saibam utilizá-las corretamente para apresentar informações relevantes sobre consumidores, mercado e outros dados importantes, muitos profissionais de TI interessados na área ainda possuem dificuldades em saber exatamente o que é necessário para se inserir nessa área mais específica da ciência de dados. E o momento é bastante certo para aproveitar essa oportunidade, já que de acordo com o Gartner, a profissão será adotada por 50% das empresas até 2017. Nos Estados Unidos, por exemplo, 61% dos CIOs pretendem contratar um CDO nos próximos 12 meses. Mas qual o real papel de um CDO? Sua função envolve captar, administrar e gerir os dados armazenados ou produzidos diariamente pela empresa, e monitorar a análise destes dados, a fim de apresentar informações e oportunidades relevantes, agregando mais vantagem competitiva ao negócio. Além dessas funções principais, o profissional em questão também deve possuir outras competências para exercer seu trabalho com qualidade. Confira outros 12 requisitos de trabalho para um CDO: 1- Responsabilidades do CDO Um CDO fornece visão e estratégia para todas as atividades de gerenciamento de dados. Ele é um expert no gerenciamento de dados, governança, qualidade e na relação com fornecedores em toda a empresa. Ele precisa ter uma visão macro do programa de gestão de informação corporativa, dos cientistas de dados e dos provedores de serviço de dados, bem como definir padrões da política de dados da empresa, organizar e revisar os conceitos do programa de gestão. Isso tudo é necessário pois este profissional precisa fazer relatórios com base em métricas desses dados, já que trabalha em um alto cargo executivo e tem como responsabilidade principal gerenciar com qualidade as iniciativas da empresa na área de dados. 2- Gerenciar a governança de dados O CDO deve organizar e implementar políticas, procedimentos, estruturas e responsabilidades que delineiem e imponham regras de engajamento, os direitos de decisão e as responsabilidades para a gestão eficaz dos ativos de informação. 3- Estudar e maximizar a qualidade dos dados O profissional precisa estabelecer padrões corporativos – incluindo uma metodologia do ciclo de vida de desenvolvimento do sistema. Existe um conjunto comum de normas para a nomeação de dados, das abreviaturas e siglas, por exemplo, que precisa ser seguido ou pelo menos levado em consideração. 4- Dominar Business Intelligence Nesse ponto, dominar business intelligence não significa simplesmente saber comprar uma única e mais efetiva ferramenta para isso. O BI tem mais ligação com a definição de uma arquitetura e uma coleção de aplicativos e bancos de dados integrados de apoio à decisão, fornecendo aos funcionários fácil acesso aos dados da empresa. 5- Explorar o armazenamento de dados À medida que as definições podem variar, o armazenamento de dados pode envolver uma única e massiva base de dados ou uma coleção de centros de dados que são integrados. A estratégia de armazenamento de dados deve fornecer informações integradas e consistentes. Os executivos, por sua vez, utilizam a informação resultante para tomar decisões mais inteligentes e diretas. 6- Gestão dos principais primordiais O termo Master Data é a definição feita pelo CDO e pela equipe de dados para descrever os criadores dos principais tipos de dados – clientes, produtos, funcionários, fornecedores, entre outros. Gestão de dados primordiais (MDM, em inglês Master Data Management) utiliza uma variedade de ferramentas para implementar a forma como o profissional vai capturar, integrar e compartilhar essas informações MDM. 7- Explorar a gestão de Metadados Um exemplo de metadado é a informação incorporada em uma imagem digital, como o modelo e a marca da câmera, a data e o horário que a foto foi tirada, entre outras informações. Nos negócios, você precisa captar os tipos certos de metadados – nomes, definições e domínios corporativos, ou talvez propriedade intelectual, configurações de segurança (pública, confidenciais da empresa, do RH ou informações de executivos). 8- Navegar por dados não estruturados e pelo Big Data Dados não estruturados incluem fontes como mídias sociais, e-mails, relatórios médicos, fotos, vídeos e dados de sensores como RFID. Um CDO precisam fazer um inventário de todos os dados não estruturados – o grande desafio do Big Data – determinando seus formatos, segurança, propriedade e qualidade. O resultado pode significar novas necessidades de armazenamento. Com isso, o profissional vai precisar determinar também quais dados não estruturados devem – e não devem – ser captados. 9- Pesar dados na Nuvem Mover dados para fora da companhia a um provedor de serviços em Nuvem muitas vezes pode ser uma opção atrativa – especialmente para startups que não desejam construir sua própria infraestrutura de armazenamento. Mas esse profissional de dados deve pesar as variáveis como privacidade, segurança, conformidade, propriedade e questões de performance ligadas ao armazenamento em Nuvem. 10- Estabelecer métricas de performance dos negócios A equipe do CDO precisa construir um painel de performance dos negócios – um sistema de gestão da performance dos negócios. Esse sistema fornece informações oportunas e insights que permitem aos funcionários melhorar as decisões, otimizar processos e planos, e trabalhar proativamente. 11- Manter a segurança e a privacidade É preciso determinar e reforçar pontos de segurança digital específicos, bem como requisitos de privacidade para cada parte dos dados, especialmente os relacionados à regras de privacidade, às regulamentações da indústria e aos mandatos de conformidade corporativa. 12- Desenvolver capital intelectual Nessa parte, o CDO e sua equipe precisam documentar como a empresa está rodando – incluindo políticas e procedimentos que podem ser compartilhados em materiais de treinamento, glossários, listas de contatos e até mesmo coletar informações dos gerentes operacionais para lidar com problemas do dia a dia, entre outros pontos dados importantes.

lll

10 melhores práticas de segurança da informação.

10 melhores práticas de segurança da informação.
Descubra pontos importantes a serem observados na hora de proteger sua empresa.
Todas as vezes que se fala em segurança da informação, pode vir à mente do mais antenados ao menos acostumados com a linguagem de TI, as premissas principais e mais básicas: trocar senhas constantemente, criptografia, criar regras para usuários. Será que hoje, porém, com tamanha evolução das tecnologias, novos processos, equipamentos, ferramentas, essas práticas ainda funcionam? É claro que sim. Mesmo porque muitas empresas desperdiçam muito do seu tempo tentando combater ataques inovadores, com novas táticas, e se esquece de reforçar o que se já faz há décadas. A vulnerabilidade então fica onde? Nos mesmos lugares de sempre. Então, para relembrar, vamos listar aqui as 10 premissas básicas de segurança da informação para que antes de partir para super combates contra hackers, reforce internamente o que já existe: 1- Atualização dos sistemas Invista tempo suficiente na manutenção dos sistemas para que se mantenham sempre atualizados. Aplicação de patch é simples e eficaz na proteção da rede corporativa. 2- Limitação aos usuários Cada usuário do sistema deve acessar somente aquilo que lhe é de interesse. Por que deixar toda rede aberta para pessoas que não precisam ter acesso a documentos estratégicos, por exemplo? Limite quem pode acessar o quê. 3- Bloqueio de sistemas de saída Da mesma forma que é importante limitar o acesso a determinados arquivos, também é necessário que haja bloqueio de aplicativos, programas e sistemas que permitam a saída de informações da empresa. Se não há necessidade de e-mail pessoal na empresa, podem ser bloqueados. Assim como Nuvens Públicas, em que é possível carregar milhares de arquivos em diferentes formatos. 4- Separe os arquivos mais importantes Desloque na rede os dados mais relevantes e estratégicos da empresa e sobre eles faça uma barreira diferenciada de proteção. Seja com criptografia, senhas ou mesmo firewalls para limitar o tráfego nessa parte da rede. 5- Automatização Utilize a automatização para atuar em tarefas de segurança, diminuindo os erros manuais. 6- Monitoramento sistemático É fundamental que o coordenador de rede tenha uma visão geral sobre o que está acontecendo em todo sistema. Tenha a certeza de que está realizando uma varredura completa por toda área e mantenha um monitoramento constante e sistemático. 7- Crie normas de segurança Uma política de segurança consistente vai permitir que administradores de rede, pessoal de segurança em TI e outros técnicos possam entender as regras e aplicá-las na rede, colaborando também para a divulgação das mesmas entre os usuários. 8- Alinhamento de processos Tenha a certeza de que as equipes de segurança estão alinhadas com outras equipes da empresa ligadas às operações e processos dos negócios. Todos devem ter a ciência de que existem regras, que essas regras são para a segurança do negócio e que devem ser cumpridas. Estando todos alinhados não existem desculpas futuras e há ainda possibilidades de melhorias a partir de feedbacks que podem surgir de outras áreas que não tenham relação com a TI. 9- Educar Educar os colaboradores. Muitas vezes dados são roubados ou perdidos por pura inocência e falta de conhecimento de um usuário. Deixe claro o que é ou não permitido nas máquinas da empresa e mesmo nas práticas de BYOD. Não é porque o usuário está usando seu próprio dispositivo, que ele pode fazer o que bem entender com os dados da empresa. 10- Encontre indicadores Defina métricas e dados capazes de avaliar seu trabalho em segurança da informação ao longo do tempo. Com muitas possibilidades de cortes de orçamento, poder demonstrar a importância do seu trabalho, torna-se fundamental. Nada de muito diferente do muito que se lê e se ouve em todo mercado. Lição de casa sempre em dia é mais essencial do que arriscar muitos investimentos em ações secundárias.
ttt

Acelere a transformação empresarial e do departamento de TI !

Acelere a transformação empresarial e do departamento de TI !
Acelere a transformação empresarial e do departamento de TI com o Cisco Domain Ten Algumas empresas estão usando entre 5 a 10 vezes 90% 90% 60% metade do tempo 30% 78% Descubra exatamente como a sua empresa pode beneficiar-se de um workshop do Cisco Domain Ten hoje. Acesse a página www.cisco.com/go/domainten Metodologia reproduzível criada para ajudá-lo a planejar sua estratégia de TI das cargas de trabalho serão processadas pelos data centers em nuvem³ dos custos de TI ocorrerão fora dos orçamentos destinados a ela² Até 2020
uuu