Nuvem Pública pode crescer 44% anualmente até 2019.

A velocidade com que a tecnologia evolui é alarmante: ao observar a tecnologia há 10 anos, incríveis avanços podem ser destacados. Ao se fazer uma previsão do avanço da tecnologia em um futuro próximo, esse salto será ainda muito maior. Quando o assunto é Cloud, estes avanços são ainda mais rápidos. A tecnologia de Nuvem é a utilização da capacidade de armazenamento e utilização dos computadores e servidores compartilhados e interligados pela Internet. Todo esse armazenamento pode ser acessado a qualquer hora de qualquer lugar do mundo sem precisar instalar programas no dispositivo que será usado, sendo um acesso remoto. Há três tipos de nuvens: Privada, Híbrida e Pública. Destacando as Nuvens Públicas, elas são aquelas executadas por terceiros, nas quais as aplicações de seus usuários ficam misturadas nos sistemas de armazenamento. O desempenho e a segurança são itens fundamentais para esse tipo de Nuvem. É uma alternativa plausível quando a necessidade é padronizada e não exige infraestruturas complexas, com alto nível de customização e demanda de requisitos. O crescimento da Nuvem Pública é esperado através de investimentos de usuários e soluções, que querem se tornar competitivos no mercado. A vasta opção de implementações permite que diferentes setores façam a mudança para a Nuvem. Adotar Cloud não é mais só um fator que melhora a economia da organização e sim faz com que a empresa inove, tornando-a mais competitiva. Uma grande vantagem da computação em Nuvem é conseguir utilizar softwares sem que os mesmos estejam instalados no dispositivo eletrônico. Fora que o compartilhamento de arquivos fica mais fácil e prático, já que todas as informações se encontram na mesma Nuvem. Essas informações não são mais restritas ao ambiente local de computação, já que podem ser acessadas remotamente. Com toda essa comodidade, há uma grande economia em relação à solução tradicional de hospedagem, pois se utiliza menos energia, refrigeração e espaço físico. Segundo a consultoria IDC, os gastos globais com infraestrutura em Nuvem até o final de 2015 podem chegar a US$ 32,6 bilhões. Já os gastos apenas com a Nuvem Pública podem chegar a US$ 20,5 bilhões, com um crescimento de 29,6%. As previsões para os próximos anos vêm da consultoria Cisco Systems, que acredita que o volume de Nuvem global de Data Centers empresariais para Nuvem Pública irá aumentar 4 vezes entre 2015 e 2019. Esse volume de Nuvem global, nada mais é do que uma parte de todo o tráfego dos Data Centers, que também têm previsões para continuarem em crescimento, porém não na mesma velocidade que o segmento de Nuvem. De acordo com a ONU, a expectativa populacional para 2019 é de 7,6 bilhões de pessoas, que estarão consumindo dados a todo momento, mesmo sem saber ou querer. Segundo a Cisco, todas as áreas do mundo vão apresentar um aumento de 30% no tráfego de Nuvem em 2019. O crescimento da Computação em Nuvem é um fenômeno global. As cargas de trabalho na área de Nuvem Pública vão crescer a uma taxa composta de 44% por ano até 2019. Já o crescimento nas Nuvens Privadas dentro de centros de dados empresariais, terão um crescimento mais devagar, com uma taxa de 16%. O crescimento deste mercado de armazenamento não é segredo para ninguém. Os benefícios trazidos são muitos, como foi dito. No entanto, é preciso ter a consciência de que como ocorre para quase todas as novas tendências tecnológicas, a Computação em Nuvem apresenta ainda pontos não amadurecidos, e que deverão ser alvo de aprimoramentos o quanto antes, para que se tenha o melhor aproveitamento possível.

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Como reduzir vulnerabilidades nos sistemas da IoT?

Internet de Todas as Coisas é uma definição para o ambiente que reúne informações de vários dispositivos como computadores, veículos, smartphones, semáforos, entre muitos outros que possuem sensores. Além disso, ela também reúne informações de aplicações, desde mídias sociais à plataforma de comércio eletrônico ou de um sistema de produção a um sistema de controle de tráfego. A Internet é o ponto principal nessa tendência, mas também é necessário ter alguma coisa que trabalhe essas informações para as analisar, agir sobre elas e processá-las da melhor forma. Podendo ser feito por um software automatizado, semi-automático ou controlado pelo próprio homem. Tornar possível a conexão e a troca de informações entre pessoas por meio de uma máquina, com agilidade e sem complicações era o principal objetivo da Internet quando ela foi criada. Porém, há algum tempo, alguns equipamentos começaram a ser conectados sem a interação com o ser humano, e isso é a Internet of Things. Alguns exemplos desses equipamentos são smartphones, smart TVs, refrigeradores conectados, entre outros. Isso é apenas a ponta do iceberg: a IoT pode ser muito mais ampla, abrangendo qualquer dispositivo que consiga ser acessado remotamente e que se conecte à Internet, o que representará a chamada Internet de Todas as Coisas. Um grande problema encontrado nesses dispositivos é o quão expostos e desprotegidos eles estão a novas pragas e novos ataques que aparecem constantemente na Internet. Para tentar combater esses riscos de segurança, é preciso tomar algumas providências: a primeira delas é que as pessoas devem se preocupar mais com sua privacidade, e não disponibilizar facilmente, nas redes sociais, informações valiosas para quem quer usá-las de forma maliciosa. Para as empresas, a precaução é tentar reduzir sua exposição ao risco, mesmo a segurança da informação nas empresas sendo um novo setor, é preciso revisar políticas e normas para contemplar os novos comportamentos e a utilização dos smart gadgets, além de reforçar a conscientização das pessoas na organização, com foco principalmente na privacidade. Por fim, buscar as tecnologias que vão ajudar a conter o problema, mesmo sendo um processo que promete ser lento e gradual. Quem liderou a propagação da IoT foram os fabricantes de produtos físicos, e estes quase não têm equipe de TI, o que aumenta o risco da segurança com a conectividade nesses produtos por não estarem preparados tecnicamente para isso. Para se conquistar um pouco mais de segurança, é preciso tomar cuidado com as autorizações insuficientes, ou seja, exigir senhas com complexidade e extensão suficientes, além de bloquear o acesso caso exceda o número de tentativas ao se colocar uma senha. A Internet das Coisas tem um grande impacto sobre a privacidade, pois vai além do que é feito por uma pessoa no computador, para o que essa pessoa faz a qualquer dia, em qualquer momento. Isso faz com que o trabalho de segurança da Internet se torne muito mais difícil, pois todos os sistemas coletam informações pessoais como nome, endereço, data de nascimento, número de telefone e até mesmo números de cartões de crédito. A exposição dessas informações pessoais é preocupante devido aos problemas de busca de conta em todos os sistemas. É preciso que haja nas empresas a conscientização da politica de privacidade, na qual a segurança dos dados do cliente seja respeitada, e que percebam a importância em se ter uma boa política, construindo sistemas mais seguros. A Internet das Coisas poderia ser um ambiente seguro e a privacidade de quem a usa poderia ser preservada se os fornecedores, os governos e as empresas começassem a desenvolver um sistema unificado de segurança para ela. A primeira preocupação, porém, é com os dados que são lançados na rede e essa questão depende exclusivamente dos usuários, que precisam ser melhor orientados.

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Mapeamento do cliente: a importância deste processo.

O mercado de TI está sempre em constante transformação, se reinventando e trazendo inovação para as empresas. Essas mudanças que acontecem impactam claramente os modelos de negócios das organizações e dos canais que vendem para essas companhias, tanto os que possuem estratégias de venda baseadas em volume, quanto os que tem como foco o valor oferecido. Porém, como as empresas têm exigido cada vez mais dos canais de TI, as 2 vertentes acabam se unindo. A TI precisa de mais de simplicidade, intuição e flexibilidade para atender de forma integrada as demandas dos clientes. Mas como vender de forma mais simples e flexível? Essa pergunta precisa ir um pouco mais além e buscar um tema mais aprofundado no assunto: mapeamento do cliente. Para Philip Kotler, um dos principais pensadores do Marketing e das vendas, a venda eficaz é composta por sete etapas: 1) Prospecção e qualificação 2) Pré-abordagem 3) Abordagem 4) Apresentação e demonstração 5) Superação de problemas 6) Fechamento 7) Acompanhamento e manutenção Essas etapas são cruciais para que a sua Revenda consiga fazer uma venda certeira. Isso porque antes de abordar um cliente – direta ou indiretamente – é necessário que o profissional de vendas saiba exatamente para quem ele vai oferecer as soluções. Segmento de atuação, contatos dentro da empresa e discurso de venda a ser utilizado, tudo para garantir o mínimo de imprevistos no processo de venda. No momento da venda o maior desafio se resume a encontrar uma ou mais das personalidades de cada cliente. Primeiro vamos explicar quais são as 5 personalidades possíveis: 1- Iniciador de projetos 2- Usuários 3- Influenciadores 4- Decisores 5- Compradores Essas personalidades podem ser identificadas tanto em um profissional que seja responsável pelas decisões de compra quanto por um departamento específico que é responsável pelas decisões finais. Em uma PME é possível encontrar as 5 personalidades na mesma pessoa, devido ao acúmulo de funções dos colaboradores. Já no caso de grandes empresas, você pode encontrar um departamento para cada uma das personalidades, o que torna o processo de vendas um pouco mais intrincado. Nessa realidade, é preciso realizar mini mapeamentos, especialmente em uma venda complexa de soluções mais integradas e com mais produtos interligados. Mas o que significa “mini mapeamento”? O mini mapeamento é uma busca por informações detalhadas de um departamento ou de um profissional importante dentro da empresa, que toma as decisões de compra. Nesse momento, cabe a criatividade do vendedor na prospecção virtual: buscas no Google, notícias recentes sobre determinadas empresas (no caso de grandes empresas), a utilização do LinkedIn como ferramenta de apoio para buscar informações mais detalhadas, entre outros. Ainda assim, o LinkedIn merece atenção extra. No Brasil a base de usuários gira em torno de 25 milhões de pessoas. Nela se apresentam os perfis de CEOs, CIOs, CDOs, CFOs, CMOs, entre tantos outros cargos com uma infinidade de informações relevantes: a quanto tempo trabalham na empresa, a formação acadêmica, cidade de origem e muitos outros detalhes que podem fazer uma enorme diferença na hora da venda, já que podemos ter um CMO, por exemplo, como influenciador em um projeto e como decisor em outro. Nessas horas o diretor de vendas precisa reunir sua equipe e traçar estratégias para realizar a primeira parte do processo de vendas: a prospecção e qualificação através dos dados captados no LinkedIn ou em buscas do Google, realizando a qualificação desses contatos e dividí-los por níveis de atuação. Com a reunião de todas as informações possíveis, você e a sua empresa estarão em um novo patamar no que se refere ao relacionamento e ao conhecimento dos clientes e das oportunidades existentes. Conclusão O que precisa ficar claro é que o mapeamento do cliente não é um processo fácil, prático e simples. No entanto, se ele for realizado de forma constante e assertiva – não apenas em um telefonema ou visita – sua eficácia é comprovada, garantindo um aumento significativo na qualidade e quantidade de suas vendas, além do aumento da lealdade do cliente com sua empresa, quando for necessário uma nova compra de equipamentos ou serviços.

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Switch Cisco Catalyst 2960 24portas PoE Ws-c2960-24Pc-l

Switch Cisco Catalyst 2960 24portas PoE Ws-c2960-24Pc-l
Switch Cisco 2960 Layer 3
Catalyst 2960 24 10/100 PoE + 2 T/SFP LAN Base Image • 24 Ethernet 10/100 PoE ports and 2 dual-purpose uplinks • 1 RU fixed-configuration • LAN Base Image
O Cisco Catalyst 2960 Series com PoE permite a conectividade com dispositivos Ethernet potência, incluindo telefones IP da Cisco, pontos de acesso sem fio e câmeras de vídeo. Cisco Catalyst 2960 Series com modelos PoE apoiar Cisco pré-padrão PoE IEEE 802.3af e são conformes. O Cisco Catalyst 2960-24PC-L pode suportar 24 portas completos potência PoE simultâneas em 15,4 W.
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Uma abordagem otimizada de criptografia para Nuvem.

A criptografia de dados pode ser entendida como transformar arquivos em códigos indecifráveis, e dessa forma quem não possui o conhecimento destes códigos/chaves ou autorização para usá-los não consegue acessá-los e usar as informações confidenciais de forma indevida. No quesito segurança, a criptografia é um tema muito discutido atualmente, pois usada com conhecimento pode ser uma valiosa forma de proteção contra vários tipos de cyber criminosos como os hackers, por exemplo. Os dados são valiosos para qualquer organização e pessoa, mas infelizmente eles são valiosos para criminosos também. A criptografia deve estar aliada ao controle de chaves adequado, pois se os bandidos conseguirem as chaves, eles podem acessar os dados. A criptografia em Nuvem é importante, pois o provedor consegue criptografar os dados depois de carregá-los e decifrá-los, antes de baixá-los novamente. Assim sendo, se os discos rígidos forem roubados, os bandidos não terão acesso às informações. Porém, só a criptografia em Nuvem não é suficiente. Para se ter mais segurança, é preciso criptografar os dados antes de deixar o computador ou seus próprios servidores e decifrá-los depois que tenham sido baixados. Uma limitação encontrada na criptografia para Nuvem é que o provedor tem de ser capaz de descriptografar os dados para enviá-lo de volta. Dessa forma, ele seria capaz de decifrá-lo em qualquer outro momento. E mesmo que o fornecedor da Nuvem seja de confiança, é difícil controlar a infraestrutura de Nuvem, na qual os dados estão armazenados. A criptografia em Nuvem não é acessível para todos: para grande maioria das empresas eles usam essa forma de segurança para armazenar dados como propriedade intelectual e segredos comerciais. Esses dados podem ter armazenamentos estruturados e não estruturados. Dos dois jeitos, um CASB (corretor de segurança de acesso em Nuvem) fornece uma maneira de criptografar os dados usando chaves que podem ser controlados. A CASB também fornece um ponto central para monitorar e gerenciar o acesso a esses recursos. Eles são uma nova janela para as necessidades de segurança e proteção do cotidiano de empresas que servem cada vez mais aplicações e serviços a partir da Nuvem que pode mantê-los muito mais seguros com a ajuda de plataformas CASB. Os CASBs consolidam vários tipos de aplicação da política de segurança, que incluem autenticação, single sign-on, autorização, mapeamento de credenciais, perfilhamento de dispositivos, criptografia, token, login, alertas, detecção / prevenção de malware entre outros. Um exemplo de corretor de segurança em acesso em Nuvem é o Bitglass, que é uma categoria de ferramentas de segurança que ajudam as empresas permitindo aplicativos em Nuvem e dispositivos móveis. O Bitglass usa conexões de API para rastrear seus aplicativos na Nuvem, identificando dados confidenciais e permitindo assim decidir o que criptografar. Facilmente, o Bitglass irá substituir todos os dados sensíveis dentro da aplicação com cópias dos dados que foram criptografados, usando chaves que podem ser controladas e utilizando os algoritmos de criptografia escolhidos por quem contratou esse serviço. CASBs oferecem muitas opções de proteção para dados empresariais parados em um aplicativo de Nuvem. Oferecer uma percepção e controle sobre o compartilhamento de arquivos externos é um caso que acontece normalmente em conjunto com políticas de prevenção de vazamento de dados para garantir que os dados sensíveis são colocados em quarentena ou bloqueado de ações externas. Independente do setor que seja, todas as empresas estão sujeitas ao roubo e perda de dados. A criptografia vai ajudar a prevenir essa violação dos dados, e se o pior acontecer, e os criminosos fugirem com o laptop, telefone, servidor, disco removível, e assim por diante, quando tentarem extrair seus dados preciosos, não irão conseguir.

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7 habilidades de infraestrutura de TI importantes para os profissionais.

Em um cenário em que as empresas investem cada vez mais em novas tecnologias, a necessidade de uma boa infraestrutura em TI também aumenta.

As empresas estão cada vez mais cientes da importância da TI nos seus resultados, passando a ver a área não apenas como um gasto, mas sim como um investimento que as mantêm competitivas no mercado. Para se tornarem competitivas e se diferenciarem entre as concorrentes é preciso saber a importância de uma infraestrutura de TI para os negócios. Quando uma empresa tiver o objetivo de planejar a infraestrutura de TI ou pensar em renovar seu departamento de tecnologia, é necessário analisar a arquitetura do sistema como um todo. E as organizações mais bem sucedidas perceberam que inovação, investimento em tecnologia e aplicações que realmente tragam uma clara compreensão para o negócio são diferenciais que aumentam sua competitividade e sua diferenciação no mercado. Parece simples, mas não é. A área de infraestrutura em TI tem um perfil de ser mais atrasada perto das demais áreas em adotar novas tecnologias e habilidades. Pois sempre houve custo significativo para garantir a segurança e a disponibilidade da infraestrutura de TI nas empresas. Mas alguns fatores podem mudar essa rotulação, por exemplo: 1- Uma boa forma de reduzir esses custos e limitações é mantendo um item de reposição para cada equipamento. Claro, não é possível manter reposição de certos equipamentos caros, mas tendo uma manutenção mais direcionada nos equipamentos-chave, com um baixo custo é possível cobrir o restante. 2- Outra forma é, sempre que possível, a empresa manter vários caminhos para cada Data Center e escritório remoto. O custo disso era muito alto, mas hoje é mais acessível. 3- Já quando falamos de infraestruturas virtualizadas, ao se levar em conta que a empresa tem alguns servidores que sustentam centenas de máquinas virtuais e se algo der errado, a equipe consegue resolver o problema transferindo as máquinas virtuais do servidor problemático, mantendo a linha de aplicações críticas em ordem. Assim, não é preciso duplicar toda a infraestrutura, basta investir em apenas um servidor com quatro CPUs com RAM suficiente para assegurar cargas de produção por um período de tempo. Novas tecnologias geraram impacto na infraestrutura de TI, a Computação em Nuvem, as SDN (redes definidas por software), o BYOD e os avanços de colaboração são algumas delas. Algumas habilidades serão exigidas dos responsáveis da infraestrutura de TI, para poder acompanhar toda essa nova demanda. 4- Em computação em Nuvem espera-se que sejam mais ágeis, no que diz respeito à sua segurança. Com um bom planejamento de segurança, serão evitados muitos problemas e retrabalho para adequar essa segurança. 5- As SDN, ou redes definidas por software, poderão abstrair de uma só forma as funcionalidades físicas da rede. O controlador possibilita a criação de aplicações sob medida para cada rede específica e as necessidades geradas por ela. Estes controladores de SDN podem ser considerados a ponte entre as aplicações que serão desenvolvidas para um maior controle da rede e o hardware. 6- Outra nova tecnologia que gerou impacto na infraestrutura de TI foi a BYOD. A parte de segurança fica muito desprotegida, deixando os dispositivos da empresa que estejam nessas máquinas vulneráveis à insegurança. Ter uma infraestrutura que gerencie esses dispositivos ajuda a controlar possíveis problemas. 7- Destacam-se também as ferramentas de colaboração, que deixaram de ser apenas um compartilhamento de arquivos por meio de anexos por e-mail, para ser ferramentas que proporcionam às empresas maior qualidade das informações, ganhos de produtividade e reduções de custos. Aplicativos e ferramentas que permitam uma videoconferência, chats, que se intertextualizam com outras ferramentas, já possuem uma popularidade nas empresas de todos os lugares do mundo. Para se formar uma boa infraestrutura em TI, que auxilia os profissionais hoje em dia, é preciso estar atento ao que existe de mais novo no mercado. Uma infraestrutura de TI adequada e disponível estando constantemente atualizada, é fundamental para qualquer empresa.

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Gbic Cisco Sfp-10GB-SR

Gbic Cisco Sfp-10GB-SR
Modulo Cisco Sfp-10gb-sr
CISCO MÓDULO TRASNCEPTOR GBIC-SFP-10G-SR
O Cisco® 10GBASE SFP + módulos dar-lhe uma grande variedade de 10 opções de conectividade Gigabit Ethernet para data center, armário de fiação da empresa, e aplicações de transporte prestador de serviços.
● menor fator de forma 10G da Indústria de maior densidade por chassi
● dispositivo de entrada / saída de Hot-swappable que se conecta a um SFP Ethernet + porta de um switch Cisco (não há necessidade de desligar se instalar ou substituir)
● Suporta “pay-as-you-preenchimento” modelo para a proteção do investimento e facilidade de migração de tecnologia
● capacidade de monitoramento óptico digital para fortes capacidades de diagnóstico
● interoperabilidade Optical com 10GBASE XENPAK, 10GBASE X2, e interfaces de 10GBASE XFP no mesmo link
● identificação qualidade Cisco (ID) recurso permite que uma plataforma Cisco para identificar se o módulo está certificado e testado pela Cisco
Cisco SFP-10G-SR
O Módulo 10GBASE-SR Cisco suporta um comprimento de ligação de 26m em fibra padrão Distributed Data Interface (FDDI) fibra multimodo -grade (MMF). Usando 2000MHz * km MMF (OM3), até 300m comprimentos de ligação são possíveis. Usando 4700MHz * km MMF (OM4), até 400m comprimentos de ligação são possíveis.
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A importância de ser um profissional certificado.

A Cisco é uma empresa que fornece diversas soluções para PMEs e empresas de grande porte, além de provedores de serviços. No Brasil, a companhia norte-americana tem clientes nos mais diversos setores da economia: empresas públicas, grandes instituições bancárias, multinacionais, entre outras. Ela trabalha com uma gama extremamente diversificada de produtos em uma série de campos. E com tantas tecnologias diferentes, produtos diferentes, dentro de áreas tão diversas mas integradas, é necessário que o profissional possua uma certificação para trabalhar. Mas você sabe o que são as Certificações Cisco? Elas são certificações profissionais em TI relacionadas às tecnologias e produtos da Cisco Systems. A ideia é simples: como são várias tecnologias, produtos e padrões de configuração, é preciso avaliar se o colaborador que vai atuar em determinada área sabe o que está fazendo. Essa é a filosofia básica de uma certificação Cisco. Existem cinco níveis de certificações: Entry, Associate, Professional, Expert e Architect, assim como sete vertentes distintas: Roteamento e switching, Design, Segurança de rede, Provedor de serviços, Rede de armazenamento, Voz e Sem fio. Além desses cinco níveis de certificações de carreira, a Cisco também oferece certificações de especialista, que garantem a especialização em áreas técnicas específicas. Essas certificações beneficiam a carreira do profissional, pois proporcionam mais habilidades que ajudam-no a solucionar problemas corporativos com maior eficiência e menos dor de cabeça. Outro ponto bastante importante e relevante para o colaborador é que com uma certificação Cisco, suas chances de encontrar trabalhos na área de redes são maiores, além do fato de que uma certificação Cisco fornece maior potencial salarial pra quem já trabalha na área. Muitas vezes, quando um profissional se candidata para trabalhos na área de redes – como freelancer ou um colaborador fixo – as empresas exigirão que ele tenha uma certificação para exercer a função. Além disso, muitos deles fornecerão uma remuneração maior quando ele apresenta uma certificação. E como é possível obter uma certificação Cisco? Para se tornar certificado em uma tecnologia de rede da Cisco você precisa: 1) Determinar qual certificação deseja obter Se você está na escola ou faculdade e possui pouca ou nenhuma experiência em redes, uma certificação CCENT pode ser um bom caminho para começar. Mas se você já trabalha na área há algum tempo, a certificação CCNA talvez seja uma escolha mais indicada. Isso porque a CCNA é uma boa base e pré-requisito para muitas das certificações de nível Associate e Professional. Avançando um pouco mais, a CCNP® de nível Professional é direcionada para aqueles profissionais com 2 a 5 anos de experiência. Por último, a certificação CCIE® com nível Expert destina-se a engenheiros de rede experientes, com pelo menos cinco anos de experiência prática. Para saber qual é a certificação Cisco ideal para o seu perfil, acesse https://learningnetwork.cisco.com/community/certifications 2) Estudar para o exame de certificação Esse é um importante passo para conseguir uma certificação. Você pode estudar para o exame matriculando-se em um dos cursos da Westcon-Comstor Channel Services Academy. Neste link, é possível procurar uma instituição autorizada Cisco Learning Partner mais próxima de você, que possui cursos com certificação Cisco. Além destas fontes, a Comstor também disponibiliza aqui alguns treinamentos focados nas certificações Cisco. Outro site muito interessante que fornece várias informações importantes sobre cada uma das certificações Cisco é o Cisco Press. Ele é um dos portais oficiais da empresa para divulgação de conteúdo publicado pelos especialistas da Cisco, além de conteúdos focados exclusivamente nas certificações. Ideal para quem busca conhecimento para a prova. 3) Fazer o exame Quando se sentir preparado o suficiente para o exame, é só agendar uma data neste site. O centro de testes Pearson VUE, é o responsável por agendar e aplicar o exame de certificação. 4) Passar no exame de certificação Cisco Após realizar e passar no exame, você será certificado pela Cisco e poderá listar os certificados em seu currículo. Com isso, você pode começar a aproveitar todos os benefícios de ser um profissional de redes certificado e reconhecido.

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Switch Cisco Catalyst 2960 24portas PoE Ws-c2960-24Pc-l

Switch Cisco Catalyst 2960 24portas PoE Ws-c2960-24Pc-l
Switch Cisco 2960 Layer 3
Catalyst 2960 24 10/100 PoE + 2 T/SFP LAN Base Image • 24 Ethernet 10/100 PoE ports and 2 dual-purpose uplinks • 1 RU fixed-configuration • LAN Base Image
O Cisco Catalyst 2960 Series com PoE permite a conectividade com dispositivos Ethernet potência, incluindo telefones IP da Cisco, pontos de acesso sem fio e câmeras de vídeo. Cisco Catalyst 2960 Series com modelos PoE apoiar Cisco pré-padrão PoE IEEE 802.3af e são conformes. O Cisco Catalyst 2960-24PC-L pode suportar 24 portas completos potência PoE simultâneas em 15,4 W.
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