Boas e más práticas na hora de garantir a segurança da rede corporativa.

Todas as dicas são velhas conhecidas, porém algumas vezes esquecidas. Não esqueça de fazer o básico.

Falou em segurança em TI, falou em não fugir às regras básicas. Com tantas evoluções e tecnologias novas no mercado, os hackers podem se aproveitar das brechas mais simples e óbvias para invadirem os sistemas, caso o passo a passo não seja feito corretamente. Vamos aqui reforçar alguns pontos do que deve ser necessariamente ser feito, e outras más práticas que devem ser evitadas: FAÇA: 1- Atualização Os dispositivos precisam ser atualizados constantemente. E por isso é preciso certificar-se de que eles estão recebendo as atualizações de sistemas seguros. Uma dica é ter a garantia de que a conectividade destes dispositivos é segura e que fornece sempre a autenticação de dois fatores. 2- Contrato de responsabilidade Por se tratar de tecnologia é importante certificar-se a respeito do contrato de prestação de serviço, que define as responsabilidades do provedor. Caso aconteça alguma violação do serviço, contratado e contratante devem estar a par dos seus direitos e deveres. A dica é saber como os dados coletados estão sendo protegidos, tanto virtualmente quanto fisicamente. 3- Criptografia e senhas Com a criptografia e senhas de acesso, toda informação será lida apenas pelo interessado. As medidas devem ser adotadas de acordo com cada empresa, lembrando que mesmo com essas proteções de segurança, alguns imprevistos podem acontecer. Uma dica é deixar o controle administrativo de senhas e sistemas operacionais compartilhado com alguém de extrema confiança. 4- Segurança x fornecedores Os profissionais de TI devem ficar atentos no que diz respeito à segurança da infraestrutura contratada. A dica é se certificar sobre os processos da cadeia de suprimentos dos fabricantes para evitar a introdução de códigos maliciosos. 5- Informação Mantenha-se informado: pesquise no mercado quais estão sendo os tipos de ataques mais constantes e como os especialistas estão evitando essas invasões. Estude casos de empresas que precisaram atuar com invasões e as decisões que elas tomaram para lidar com a situação. Esteja informado sobre novas armas para combate de invasores. 6 – Padronização Quando o assunto é segurança em rede corporativa, é preciso que haja uma padronização da infraestrutura para evitar que a rede se torne extremamente complexa ao ponto de dificultar o seu monitoramento e gerenciamento. 7 – Tenha controle sobre as alterações A partir de um processo definido, é possível restringir alterações, monitorar as que não são autorizadas e saber quando as alterações não seguem o processo e como reagir nesse cenário. NÃO FAÇA! 1 – Usar tecnologia ultrapassada Vai ser um desserviço para a empresa adquirir qualquer tipo de dispositivo que esteja com os dias contados. Mesmo que seja para resolver um problema pontual da rede, busque soluções atualizadas ou outras possibilidades que possam dar um upgrade no sistema. 2 – Ignorar o BYOD Em qualquer empresa hoje, em qualquer parte do mundo, o usuário final tem um smartphone, tablet ou laptop que utiliza em horário de trabalho. Mesmo que a empresa não apoie a iniciativa, é imprescindível que tenha proteção na rede contra esses dispositivos. Em momentos de necessidade, o usuário final vai achar uma forma de usar seu próprio aparelho para acessar informações remotamente. 3 – Esquecer de fazer um inventário É preciso saber exatamente quais são os equipamentos que estão em sua rede, sua vida útil, quanto tempo mais é possível contar com os seus serviços, suas atualizações. A partir dessas informações é possível prever novas compras e alterações que precisarão ser feitas na rede e em qual prazo.

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Os prós e contras de considerar a TI como uma empresa dentro da empresa.

O equilíbrio entre a questão profissional do terceirizado e o compromisso do contratado seria o ideal.

Quando o tema é inovar, percebe-se que ainda há pouca participação dos CIOs nos comitês de discussão. Um setor que antes era técnico e resolvia somente questões pontuais na infraestrutura da empresa, agora é fundamental em qualquer companhia, independente de seu porte. A TI está presente em diferentes partes de um processo produtivo, conta com diferentes especialistas, que muitas vezes não se comunicam com outros departamentos, e outras vezes agem de forma independente, como se fosse uma equipe terceirizada. Algumas companhias até passam a considerar o departamento de TI como uma outra empresa dentro da empresa. Esse esquema tem seus pontos positivos, mas também alguns malefícios que devem ser levados em consideração. Alguns dos benefícios para o negócio são: Se fosse uma empresa terceirizada, o departamento de TI deveria definir a nomenclatura dos produtos e serviços do setor, alinhando o discurso com uma forma de falar mais simples na hora de se referir a certos produtos, facilitando a compreensão por todos os setores da organização. Também se fosse contratado, o setor seria cobrado pelos CIOs por dados perfeitos, pois dados imprecisos poderiam trazer resultados ruins para a empresa. Nesta questão, além da perfeição dos dados, a agilidade de sua entrega também seria um fator diferencial frente aos seus concorrentes. Precificar todos os processos de TI também é uma ação realizada por empresas terceirizadas, mas que se feitas internamente pelo departamento poderiam oferecer uma visão integral sobre soluções e projetos, seus investimentos e taxas de retorno. Agora, entre os pontos que precisam ser levados em consideração e que podem ser vistos como contras pelas empresas que consideram o departamento de TI como outra empresa dentro do negócio estão: Independência total da área, entregando projetos pontuais que resolvem questões para a empresa, mas que não são planos de visão geral, que poderiam estar alinhados com as estratégias do negócio e que auxiliariam no processo de inovação. Nesse mesmo sentido, a falta de comunicação entre o departamento de TI e os demais, desconhecendo as reais necessidades dos setores, diminui as chances de um trabalho conjunto e alinhado com os objetivos da empresa. Para se tornar uma unidade de negócio, é preciso haver uma grande vontade do CIO em se unir a todos os seus colaboradores, arregaçando as mangas e repensando a gestão de TI e, em seguida, começar do zero em uma nova infraestrutura para suportar essa estratégia. Com o apoio e o respaldo de um CIO atuante e participativo, a equipe de TI da empresa consegue dedicar-se melhor ao seu core business, e assim focar mais na busca de soluções que tragam benefícios para o negócio em si, aumentando a receita e a produtividade, e dessa forma é possível oferecer um suporte de maior qualidade aos clientes que a empresa possui. O mundo ideal para uma empresa seria exigir que o departamento de TI tenha a mesma postura profissional de uma equipe terceirizada, aliada ao comprometimento de uma equipe interna. O equilíbrio entre esses dois lados da balança deve ser feito pelo CIO.

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Switch Cisco Catalyst 2960 24portas PoE Ws-c2960-24Pc-l

Switch Cisco Catalyst 2960 24portas PoE Ws-c2960-24Pc-l
Switch Cisco 2960 Layer 3
Catalyst 2960 24 10/100 PoE + 2 T/SFP LAN Base Image • 24 Ethernet 10/100 PoE ports and 2 dual-purpose uplinks • 1 RU fixed-configuration • LAN Base Image
O Cisco Catalyst 2960 Series com PoE permite a conectividade com dispositivos Ethernet potência, incluindo telefones IP da Cisco, pontos de acesso sem fio e câmeras de vídeo. Cisco Catalyst 2960 Series com modelos PoE apoiar Cisco pré-padrão PoE IEEE 802.3af e são conformes. O Cisco Catalyst 2960-24PC-L pode suportar 24 portas completos potência PoE simultâneas em 15,4 W.
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12 tendências em mobilidade para 2016.

7- Wearables e Edugadgets (Gadgets para educação) Atualmente, dispositivos móveis são como canivetes suíços. Você pode transformar seu dispositivo móvel em uma série de ferramentas, tais como um dispositivo médico ou fitness, uma bússola, um scanner, uma câmera, uma ferramenta de construção / carpintaria, uma ferramenta de moda, um instrumento musical, um auxiliar de cozinha – bem como acessar todos os livros, jornais, jogos, tradução em tempo real, entre tantas outras ferramentas. No campo da saúde, por exemplo, dispositivos como relógios inteligentes ou roupas inteligentes – até mesmo um par de brincos – podem determinar, em tempo real, o batimento cardíaco, pressão arterial, amplitude de movimento e até mesmo o estado de espírito de uma pessoa. Com os dados em tempo real, sapatos inteligentes com sensores incorporados podem auxiliar fisioterapeutas para determinar quando, onde e como uma pessoa está em movimento, bem como fazer ajustes imediatos para a terapia de uma pessoa. Estes aparelhos e ferramentas inteligentes – os edugadgets – podem otimizar o ensino, a aprendizagem e a vida. Essa tendência ainda está em seu início e deve trazer muitos avanços ainda. À medida que mais destes instrumentos se tornam disponíveis, o preço vai caindo. Além disso, mais usos educacionais serão compartilhados e integrados com atribuições de classe, e o dispositivo móvel irá funcionar como um centro de descoberta científica. Nós já vimos o começo disso com o HealthKit da Apple. . 8- Aplicativos Sensoriais Com a sua capacidade de funcionar como tantas ferramentas diferentes, não é de se admirar que o dispositivo móvel está se tornando cada vez mais um companheiro pessoal, que está conosco 24/7. Nós agora comemos, trabalhamos, nos socializamos, dormimos e nos comunicamos com os nossos dispositivos móveis. Existe uma tendência crescente em direção a apps mobile mais dinâmicos, interativos e voltados para dados, incorporando estímulos sensoriais que permitem aos usuários experimentar objetos táteis, sentir os odores e até mesmo gosto. Nós somos a tecnologia agora. Chegamos a um ponto de inflexão em que a tecnologia e os seres humanos serão fisicamente mesclados (biotecnologia) para interagir, manipular e criar novos processos e ambientes. 9- Sensor de Localização de Alta Precisão Saber a localização de um indivíduo dentro de poucos metros é um elemento essencial na entrega de informações e serviços contextuais altamente relevantes. Apps explorando a localização exata em espaços fechados atualmente utilizam tecnologias como Wi-Fi, imagem latente, sinais luminosos ultrasônicos e tecnologias geomagnéticas. Em 2014, a Gartner esperava um crescimento no uso de sinais wireless, através de um novo padrão inteligente de Bluetooth. No longo prazo, tecnologias como iluminação inteligente também vão se tornar importantes. Sensores de localização interna de alta precisão, combinados com aplicativos móveis, permitirão uma nova geração de serviços e informações extremamente personalizados. 10- Novos padrões Wi-Fi Padrões Wi-Fi, como 802.11ac (ondas 1 e 2), 11ad, 11aq e 11ah aumentam o desempenho do Wi-Fi: a ideia é fazer o Wi-Fi ser mais relevante para aplicações como telemetria e permitir que o Wi-Fi forneça novos serviços. Ao longo dos próximos três anos, as demandas de infraestrutura Wi-Fi vão aumentar à medida que mais dispositivos Wi-Fi habilitados aparecem nas organizações e aplicações como sensores de localização demandam como o mais denso localização exigem a colocação de pontos de acesso mais densos. As oportunidades ativadas pelos novos padrões e o desempenho exigidos pelos novos aplicativos exigirá que muitas organizações revejam ou substituam sua infraestrutura de Wi-Fi. 11- Gestão de Mobilidade Corporativa “A gestão móvel da empresa ou” EMM “é um termo que descreve a evolução futura e convergência de várias tecnologias de gerenciamento móvel, segurança e suporte. Estes incluem gestão de dispositivo móvel, gestão de aplicações móveis, envolvimento de aplicação e utilização de contentores, e alguns elementos de sincronização de arquivos e compartilhamento de empresa. Essas ferramentas vão amadurecer, crescer em escopo e, eventualmente, abordar um vasto leque de gestão móvel precisa em todos os sistemas operacionais populares em smartphones, tablets e PCs.

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8 dicas para se tornar um executivo de TI.

Um dos pontos mais fortes é saber liderar uma equipe, ouvindo as ideias de seus membros e os mantendo motivados.

A demanda por um executivo de TI que esteja alinhado com as estratégias de uma empresa, saiba se comunicar, inovar e trazer novas soluções que gerem resultados positivos, é alta em todas as partes do mundo. Especialmente em empresas que atuam com o armazenamento, leitura e análise de dados. Porém, para se candidatar a uma dessas vagas, é necessário ter alguns pré-requisitos. Para te ajudar a deixar de ser somente um técnico e se tornar um executivo no setor, damos algumas dicas: 1- Em primeiro lugar, o executivo de TI deve ser um líder nato. Ser capaz de sensibilizar, cativar e motivar sua equipe em prol de um objetivo único dentro da área. É fundamental que este profissional saiba enfrentar grandes desafios, que vão além da parte técnica de TI. Além disso, deve ter facilidade para desenvolver trabalho em grupo, distribuindo as tarefas que poderão ser melhor executadas por cada perfil de colaborador. 2- Ele deve estar por dentro do negócio, ser empreendedor, buscar informações gerais sobre como anda o mercado em que a empresa atua, seus concorrentes e as estratégias gerais da companhia. A partir daí, é possível sugerir ações de TI em prol desses objetivos e reforçar ainda mais a importância do departamento para o resultado final da empresa. 3- Deve conhecer profundamente sua equipe, analisando seus conhecimentos adquiridos ao longo da carreira, quais suas facilidades e dificuldades, quais papéis cada membro desempenha melhor dentro do grupo e quais as melhores funções que podem ser exercidas por cada um. Também deve saber quem é melhor comunicador, se existe algum membro que desagrega no ambiente de trabalho, se existe um insatisfeito que possa envenenar outros do grupo. É seu papel também sugerir atualizações aos membros da equipe, oferecendo possibilidades de crescimento dentro do departamento e também da empresa. 4- Fazer planejamento para que haja o crescimento do setor, e assim sendo, o crescimento da empresa, tendo em mente quais são os objetivos dos líderes com uma visão abrangente, para conseguir colocar em prática tudo o que a tecnologia pode fazer para que o resultado seja o esperado. Atualmente uma quantidade significativa de empresas apresenta dependência dos conhecimentos técnicos dos profissionais de TI. A caça por profissionais que contribuam para otimizar os custos e aumentar a renda com o uso eficaz da tecnologia está presente nos mais diferenciados setores. 5- Este profissional é requisitado nas mais diferentes áreas e se espera que um bom executivo em TI possua adaptabilidade, pois uma hora ele pode trabalhar em uma multinacional farmacêutica, em outra hora em uma rede têxtil familiar, e em outra hora em um varejista nacional. Por isso, deve saber se adaptar às regras de qualquer empresa, pois o mais importante é trazer resultados, mesmo que a forma como isto será feito em cada um destes setores seja diferente. 6- Se esse profissional de TI souber explicar aos outros executivos da companhia, de maneira clara e objetiva, com termos que ambos saibam compreender, como a tecnologia será usada para o crescimento da empresa, trará uma maior segurança e confiança para os outros líderes no sistema e no executivo de TI. Executivos de outras áreas não se sentem confortáveis perante às novas tecnologias, que atualmente, são fundamentais para o crescimento de qualquer empresa. 7- Cabe ao executivo de TI se atualizar sempre, estar por dentro de todas as novidades e saber desenvolver habilidades e conhecimentos nessas novas tecnologias que crescem a cada dia. Podendo usar essas ferramentas para alcançar os objetivos dos líderes da companhia e assim aumentar a confiança nos mesmos para estimular o uso dessas novas tecnologias. A expectativa é que um líder em TI seja capaz de ter a percepção do que realmente a empresa precisa, trazendo os possíveis parceiros para dentro dela, pois em grande parte das vezes são eles que trazem novidades e o conhecimento sobre as novas tecnologias. Não adiante apenas ficar fazendo reuniões com fornecedores, pois isso não deixa claro quais são as necessidades da organização. Como já foi dito, o papel do CIO é inovar, surpreender, e para isto é preciso conhecer o que há de mais novo no mercado. 8- Um líder que agrega e incentiva a equipe é sempre visto com bons olhos pela empresa, pois isso eleva a produtividade. Colocar o discurso que é proposto em prática é fundamental. Se dedicação e criatividade dos colaboradores da equipe é valorizada, é preciso que o executivo de TI também seja criativo e dedicado, sendo um exemplo. Assim, será possível liderar não apenas pela posição que ocupa dentro da empresa, como também sendo um espelho aos que respondem a ele. Se o executivo de TI fizer sua equipe alcançar um objetivo com uma produção estipulada, entretanto com menos esforço, garantirá a satisfação do empregado e só por isso já estará no lucro. Saber ser um gestor é uma aptidão que pode ser aprendida, subindo um degrau de cada vez. É possível melhorar como executivo dedicando-se todo dia a ser melhor. O profissional de TI deve aproveitar o momento favorável para ele e se posicionar de forma mais decisiva, com todo seu conhecimento, na ajuda para definir os objetivos da empresa.
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Redes Definidas por Software: Sete maneiras de implementá-las.

A área de TI está em constante transformação e a mudança no campo de conhecimento de redes irá influenciar em novas implantações.

A Rede Definida por Software, também titulada pela sigla SDN (em inglês Software-Defined Networking), é uma nova arquitetura em crescimento que se adapta e traz vantagem capaz de lidar com a natureza dinâmica das aplicações atuais. A SDN permite uma separação útil entre os planos de controle e de dados, sendo facilmente adaptável e com um custo-benefício adequado, sendo uma nova abordagem que separa o controle da rede de um hardware. As mudanças na área de TI são constantes, mas o que mais chama a atenção é a velocidade com que essas mudanças estão ocorrendo. A transformação na área de conhecimento de redes poderá influenciar futuras implantações de soluções e arquiteturas em Nuvem, e a SDN vem ganhando mais destaque, principalmente na Nuvem Privada. Ela surge como uma novidade para operar, gerenciar e controlar a rede por meio do OpenFlow, que torna a rede mais rápida e com menor custo, fazendo com que o modelo de infraestrutura como serviço (IaaS) seja impulsionado. Pode-se dizer que a SDN é o futuro das redes e é possível destacar sete maneiras de implementação para ela, que são: 1- Implementação por meio da virtualização de redes, na qual a utilização da SDN facilita que as camadas de uma rede tenham sua gestão e controle centralizados. 2- Por meio da virtualização da função networking no centro de dados, que permite que haja a virtualização das funções da rede do Data Center, e que se mantenha esses dados em um hardware padronizado. 3- Por meio de abastecimento dos serviços em Nuvem automatizados, nos quais a SDN pode organizar e realizar processos de abastecimento de programação em diversas áreas da infraestrutura e com isso consegue deixar a disposição do usuário final. Um portal de abastecimento dos serviços em Nuvem com um layout e uma interação que são simplificados. 4- Por meio da WAN: a SD-WAN trará os mesmos benefícios que as redes de sobreposição no centro de dados, pois o objetivo dela é ajudar encontrar o caminho mais rápido e curto para conquistar o objetivo proposto, trazendo uma economia de tempo e dinheiro muito grande aos engenheiros de rede. 5- Implementação através de uma solução completamente integrada SDN, na qual o controle de acesso a rede se encaixa perfeitamente e possibilita que se use uma política ágil baseada em informações de segurança que é controlada e compartilhada nos meios de segurança da SDN. 6- Por meio de uma administração centralizada das configurações, pois quando uma rede está envolvida totalmente nos dados SDN, gerenciar as configurações pode se torna muito mais prático, já que é possível, dessa forma, fazer qualquer alterações na configuração e aplicar essas mudanças em qualquer setor da rede por toda sua estrutura, tornando o controle dessas configurações mais unificado. 7- Implementação por meio da integração entre políticas e configurações de rede em Nuvens Públicas e Privadas. Com o uso da SDN não será mais necessário coordenar duas ou mais redes separadas, sendo possível assim se tornar uma rede unificada, pois será usada uma configuração universal. As Redes Definidas por Software têm a possibilidade de ajudar a resolver vários problemas, pois torna a rede mais flexível e mais eficaz, evitando prejuízos em desenvolvimentos futuros. Especialistas apostam que esta será a solução mais conveniente para os Data Centers e as redes de próxima geração.

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Como usar previsões de tendências tecnológicas a favor da empresa.

Entenda por que é necessário enxergar as previsões de forma integrada e ampla para atingir bons resultados.

Com o fim de 2015 – um ano complicado e desafiador no que se refere à política e economia – artigos apontando tendências da indústria de TI e Telecom para 2016 começam a aparecer. No entanto, a maior parte deles se concentra quase que exclusivamente nas tecnologias de forma isolada, e não no que elas podem trazer de inovação para as empresas e o impacto delas nos negócios. Essa abordagem muitas vezes precisa ser revista. É importante que tecnologias revolucionárias sejam apresentadas de forma mais integrada, para que seja possível visualizar as mudanças causadas por elas nos diversos setores de indústrias dos mais variados tipos. Isso porque elas causam efeitos imprevisíveis dentro das empresas, à medida que vão se expandindo. Com essa perspectiva mais ampla e integrada das tecnologias que são tendência para 2016, é possível entender melhor o fenômeno da economia colaborativa, por exemplo, que se caracteriza com o surgimento de competidores totalmente diferentes dentro de um setor tradicional, que entram repentinamente no setor e provocam uma ruptura, transformando toda a cadeia de valor. Empresas como Uber, AirBnB, Spotify, Whatsapp, Netflix são alguns exemplos mais famosos. Elas transformam a cadeia de valor através de uma evolução exponencial da tecnologia – uma escalabilidade gigantesca com preços de serviços extremamente competitivos – que afetam a indústria de uma forma avassaladora e cada vez mais recorrente. Uma analogia interessante é a criada por Cezar Taurion, CEO da Litteris Consulting, que compara o modelo de competição tradicional a uma corrida de F1. A empresa sabe sua posição no grid de largada (o market share), sabe de suas potencialidades e limitações como equipe e piloto, conhece seus competidores e desenha sua estratégia, seja para manter a liderança ou para obtê-la, usando variáveis como pista seca ou molhada, trocas de pneus, entre outros. A economia colaborativa muda tudo isso: o competidor não está no grid e você nem sabe quem ele é. Ele aparece nas voltas finais, sai do meio dos boxes e cruza a linha de chegada antes de você. Isso porque ele não usou as mesmas regras que você e nem era conhecido antes de começar a corrida. Mas a ganhou e foi aplaudido pela multidão. Qual é cenário competitivo que enfrentamos? A situação atual é mais ou menos a seguinte: o que antes era representado por setores bem delineados, com competidores conhecidos, hoje é bem diferente, pois os setores estão convergindo e assumindo atividades de outros. Startups ultra recentes tomando o espaço de empresas há décadas já estabelecidas e clientes totalmente informados e com acesso enorme às tecnologias para escolher de quem comprar. Mas o que isso significa realmente para as empresas? Essa nova realidade mostra que nenhum segmento – por mais tradicional e sólido que seja – está a salvo. Já parou para pensar nisso: Uber, uma das maiores empresas de serviços de táxi não possui nenhum carro em sua frota. Com o AirBnB a ideia é mais ou menos a mesma, nenhum quarto, hotel, casa, nada é de propriedade da empresa, eles simplesmente conectam os interessados em se hospedar com os interessados a alugar um local. Esses pequenos detalhes caracterizam essas organizações disruptivas: elas são altamente eficientes, flexíveis, articuladas, escaláveis e rapidamente ajustáveis às novas dinâmicas de mercado, mudando seus processos, estruturas organizacionais e modelos de negócios para se adaptarem à nova realidade. Elas são assim pois possuem a TI como cerne de suas atividades, o que significa que tecnologias de análise de dados, uso de Cloud Computing e mobilidade já estão no DNA da companhia. Para empresas mais tradicionais, esses conceitos são muitas vezes vistos como experimentações ou ideias para um futuro, que na verdade já chegou.

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