Mais de 80% das empresas no mundo planejam adotar Cloud Híbrida em 2016.

Confira por que essa estratégia de Computação em Nuvem é bem vista pelos diretores de empresas do mundo todo.

De acordo com uma pesquisa anual sobre tendências em entrega de aplicações em ambiente corporativo, a maior parte das companhias está migrando para um ambiente de Nuvem Híbrida, a fim de reduzir os custos com operações e adquirir flexibilidade. Cerca de 81% pretendem migrar mais da metade das operações, ou ao menos parte delas, para soluções de Nuvem Híbridas ainda em 2016. A ideia de algumas empresas é a de migrar mais da metade das aplicações para a Nuvem e manter o restante no formato on-premise. Outro ponto positivo é que boa parte dos entrevistados se mostraram mais confiantes com relação à segurança dos dados e o desempenho dos aplicativos em Nuvem no formato Híbrido. Esse é o início de uma nova tendência. As companhias estão se interessando pelo modelo de implantação de aplicações de gestão “como serviço”. Aplicações de segurança e proteção, como soluções de proteção contra DDoS, por exemplo, representam cerca de 32% das aplicações implantadas como serviços gerenciados na Nuvem. Aplicações anti-spam e DNSSEC vêm logo em seguida, com 29 e 27%, respectivamente. A pesquisa ainda levantou quais tendências emergentes serão estrategicamente importantes para as empresas nos próximos 5 anos. Cerca de 37% dos entrevistados disseram que a SDN será bastante importante. A metodologia de desenvolvimento de software DevOps, que explora a comunicação, colaboração e integração entre desenvolvedores de software e profissionais de TI, também é uma tendência muito bem vista pelos entrevistados, pois tanto a SDN quanto o DevOps permitem automação e orquestração de operações, o que são vistos como fatores-chave na redução de custos operacionais. Cerca de 67% dos entrevistados também já utilizam pelo menos uma ferramenta de DevOps para ajudá-los na automatização e orquestração dos processos de configuração, implantação e dimensionamento das aplicações e servidores. O relatório ainda aponta que os profissionais de TI reconhecem que aplicações lentas, não responsivas e inseguras podem ter um impacto negativo substancial sobre o faturamento e as operações da companhia usuária. Detalhe importante: cerca de 50% das empresas entrevistadas possuem mais de dez aplicações de missão crítica que suportam as operações de negócios. Outro ponto muito importante: a maior parte dos colaboradores responsáveis pela segurança digital e que apresentam maior confiança na capacidade de coibir ataques digitais, protege pessoas (usuários da rede corporativa e clientes finais), solicitações e respostas. Para os respondentes da pesquisa, são nesses pontos em que os dados podem ser mais facilmente comprometidos. Período de descobertas Apesar da previsão de que a Nuvem Híbrida realmente será mas utilizada neste ano, as empresas ainda estão tentando descobrir uma maneira de fazer com que o modelo híbrido funcione bem. É preciso encontrar a melhor forma – a maneira na qual as organizações vão adquirir o máximo de benefícios de um equilíbrio perfeito entre serviços on-premise, Nuvem Privada e Nuvem Pública – e isso pode ser extremamente difícil e demorado. Por outro lado, a TI precisa prestar atenção no excesso de cautela, pois muitas empresas ainda mantêm aplicações in-house, e isso já não beneficia mais os negócios. Ainda assim, é fácil entender a preocupação com a perda do controle de uma aplicação ou do risco enorme de colocar a organização em perigo.

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Varejo popular otimiza operações com tecnologia da Cisco.

Lojão do Brás implanta soluções de rede, Wi-Fi e segurança em unidades de São Paulo e Santo André. Infraestrutura permite gestão centralizada, comunicação segura e novos serviços a clientes

São Paulo, 15 de fevereiro de 2016 – O Lojão do Brás, uma rede brasileira de varejo especializada em moda popular, otimizou suas operações com a tecnologia da Cisco. A companhia implantou soluções de rede cabeada e Wi-Fi, além de firewalls de segurança em três de suas unidades em São Paulo e outra em Santo André. Entre os benefícios para o varejista estão a comunicação segura entre as diversas lojas, o gerenciamento centralizado e a alta disponibilidade das redes, além da oferta de novos serviços a seus clientes.

Fundado em 1995, o Lojão do Brás é uma empresa familiar que se destaca pela variedade de artigos oferecidos e pelos preços populares, sendo uma das principais companhias de varejo têxtil no Brasil voltadas para as classes C e D. A primeira e maior loja da rede surgiu em São Paulo, no bairro do Brás, um dos maiores centros comerciais de vestuário da América Latina. Nesses 20 anos, a cadeia de lojas se expandiu e hoje conta com 18 pontos de venda na capital e no interior do Estado, com um fluxo médio de 100 mil clientes por mês em cada unidade.

Com a expansão do Lojão do Brás, o gerenciamento das redes de comunicação do grupo se tornou gradualmente mais complexo, demandando ferramentas mais modernas de gestão. A companhia decidiu também ampliar a rede wireless e oferecer sinal Wi-Fi para clientes e colaboradores, o que demandou uma atualização de toda a infraestrutura anterior. Em conjunto com a 3S Networks, integradora parceira da Cisco, foi elaborado um projeto de restruturação das redes da matriz e de duas filiais em São Paulo, além de outra loja em Santo André.

O projeto se dividiu em duas fases, com a primeira parte contemplando a instalação de redes WAN nas lojas. Foram utilizados roteadores Cisco 2901 Integrated Services Router (ISR) e switches Cisco Catalyst 2960-C Compact, proporcionando controle centralizado e alta disponibilidade para suportar comunicações via IP, redes Wi-Fi e câmeras de videovigilância. A tecnologia é plenamente escalável para ampliações futuras e desenhada especificamente para negócios em expansão, como o do Lojão do Brás.

“Além da velocidade maior, a nova rede nos trouxe uma flexibilidade que não tínhamos antes. Hoje podemos priorizar áreas, liberando banda de Internet de acordo com a nossa necessidade”, afirma Bruno Felix, Gerente de TI do Lojão do Brás. O executivo também ressaltou que a fácil configuração e as ferramentas de gestão da tecnologia Cisco foram os diferenciais para a sua escolha. “Na verdade, a qualidade nos fez escolhê-la. Se você quer uma rede bem configurada e centralizada, tem que procurar a Cisco”, afirma Bruno.

Para a 3S Networks o desafio era encaixar a melhor solução às particularidades complexas do ambiente do Lojão do Brás. O gerente comercial da 3S Networks, Jonas Viana, diz que foi necessário adequar o desenho do projeto e o dimensionamento da solução correta para a entrega final dos serviços.

Soluções de Segurança também foram adotadas nessa primeira fase do projeto, com a instalação de firewalls Cisco ASA 5515-X de última geração para proteger a comunicação entre as unidades. Como qualquer parada na estrutura impactaria os negócios do Lojão do Brás, a implantação do projeto teve de ser rápida e efetiva, se adequando à demanda do grupo para reduzir os riscos de indisponibilidade de serviços. “A implementação teve que ser realizada na matriz e posteriormente nas filiais, com ativação uma a uma”, declara Jonas.

Wi-Fi como oportunidade de negócio

A segunda fase do projeto contemplou a atualização e a ampliação das redes wireless, com o acesso segmentado entre clientes e colaboradores do Lojão do Brás. Foram adquiridas controladoras, Access Points Cisco modelo 1602E e um conjunto de antenas, tudo implantado após um minucioso trabalho de dimensionamento de espaço nas lojas. A nova infraestrutura substituiu um ambiente já ultrapassado que não dispunha de ferramentas de controle, alinhando o grupo com tendências atuais de Varejo, como o omnichannel e a análise cruzada de dados.

“Para o varejista aproveitar plenamente os benefícios da tecnologia Wi-Fi, não é suficiente apenas instalar roteadores. É preciso ter ferramentas adequadas aos objetivos do negócio”, afirma Ana Claudia Plihal, diretora comercial da Cisco. Segundo a executiva, com as soluções implantadas nas lojas, o Lojão do Brás poderá no futuro analisar qual é o perfil dos seus clientes e quais são as áreas mais visitadas por eles, permitindo ofertas personalizadas. “Mais do que uma comodidade, a tecnologia Wi-Fi é uma fonte de receita adicional, atraindo e fidelizando clientes”, explica Ana Claudia.

Para os próximos passos, o Lojão do Brás prevê a substituição dos switches antigos por novos modelos da Cisco, buscando a homogeneização da infraestrutura de TI nas lojas. Outro projeto é a implantação de rede Wi-Fi e conexão WAN na nova loja do grupo, em Francisco Morato, em São Paulo, também contando com a expertise técnica da 3S Networks e o suporte consultivo da Cisco.

Sobre o Lojão do Brás

O Lojão do Brás é uma rede que há mais de 20 anos atua no segmento têxtil com uma proposta diferenciada de consumo popular para toda a família. Atualmente possui 18 pontos de venda na capital, Grande São Paulo e interior, sendo a unidade do Largo da Concórdia a primeira e maior loja da rede. A empresa possui a missão de oferecer uma experiência de compra mais acolhedora, por meio da inovação contínua, de um ambiente de loja diferenciado e de um mix de produtos alinhados com a moda, além do excelente custo-benefício.
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5 dicas para gerenciar um banco de dados de clientes.

Qual o empresário que nunca ouviu falar da importância de se ter um cadastro de clientes? Saber quem são, seus dados pessoais como e-mail, telefone e endereço, além de ter registrado suas últimas compras e pedidos, ajuda a definir o público-alvo de uma empresa. A junção de vários cadastros é o banco de dados de uma empresa. Com ferramentas específicas de gerenciamento, é possível saber o hábito de consumo de um cliente, por exemplo, e a partir de cruzamentos entre vários clientes, saber propor uma campanha de marketing em datas determinadas ou para segmentos específicos. Para os gestores da empresa, é possível também antecipar compras, controlar estoques de forma mais eficiente e definir estratégias mais assertivas para o negócio. Especialmente em um momento em que se fala muito de Big Data e seus benefícios para os negócios, ter um banco de dados é o primeiro passo para evoluir na questão de busca de informações dos clientes e tentar antecipar as suas necessidades. No entanto, isso não é o suficiente para alimentar o banco de dados. Para que ele esteja sempre a favor da empresa, é preciso um bom gerenciamento das informações. Veja algumas dicas: 1- Mantenha as informações atualizadas Todas as vezes que o cliente fizer um pedido, não esqueça de checar seus dados e, se necessário for, atualizá-los. Essa é uma forma, inclusive, de se evitar a inadimplência: caso um cheque volte, é possível saber onde encontrar o cliente. 2- Saiba quais informações são necessárias para o seu negócio Nome completo, e-mail e telefones são dados básicos de um cadastro. Porém, se a empresa pretende fazer uma ação no dia do aniversário da pessoa, deve perguntar sua data de nascimento. Se pretende emitir uma nota fiscal com o nome da pessoa, precisa pedir o CPF. Se pretende enviar uma correspondência, peça o endereço. Faça um levantamento das informações que serão necessárias ao seu negócio e crie uma tabela padrão para ser preenchida por qualquer colaborador. 3- O banco de dados vale ouro Um bom banco de dados leva tempo para ser construído. Além disso, as informações dos clientes são de grande valia e, por isso, precisam ser protegidas como um tesouro. Tenha um sistema eficiente de segurança. Faça backup periodicamente ou salve as informações em Nuvem, tendo a garantia que se houver alguma pane no computador ou rede, as informações estarão seguras. Também, limite o acesso a colaboradores de confiança. Os dados dos clientes são confidenciais e devem ser usados de forma correta. 4- Sistema de gerenciamento eficiente São muitos os programas e aplicativos que fazem a gestão de banco de dados. O empresário deve escolher o que tenha melhor custo-benefício para a sua empresa e que tenha a interface mais fácil de ser usada, dependendo das informações que vai precisar. A equipe de TI deve sugerir as principais ferramentas e configurá-las para que seja possível buscar as informações desejadas. 5- Entenda a necessidade do cliente Especialistas em TI devem ser consultores em todo esse processo. Saber exatamente o que o empresário precisa e medir suas reais necessidades é papel fundamental de quem conhece as ferramentas de gerenciamento. Crie o formulário padrão de cadastro e oriente como preenchê-lo. Encontre as melhores ferramentas de segurança e faça sugestões de acordo com o grau de investimento que o empresário esteja interessado em fazer. Busque as melhores ferramentas de gestão e ensine como elas poderão ser 100% aproveitadas. Tendo as informações dos clientes, as ferramentas certas de gerenciamento e uma equipe treinada para alimentar o banco de dados, a empresa poderá se beneficiar dele para otimizar os seus processos e melhorar seus resultados. Por outro lado, a falta de manutenção, acompanhamento, padrões e métricas de controle podem gerar uma grande complicação para as companhias, afetando seus processos e impactando praticamente todas as áreas. E você, já possui um banco de dados na sua empresa?

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5 motivos para uma rede corporativa não estar pronta para SDN.

Para usufruir de uma tecnologia mais flexível, antes de implementá-la, a empresa precisa se preparar.
Especialistas apostam que a tecnologia de SDN será a solução mais conveniente para os Data Centers e as redes de próxima geração. Essa afirmativa pode ser verdadeira e atual, desde que o mercado esteja realmente preparado para usufruir completamente das redes definidas por software. A partir desta nova tecnologia, o software assume tarefas antes realizadas pelo hardware. Com a Computação em Nuvem e a Virtualização dos computadores, nada mais natural que futuramente todas as redes e Data Centers estejam baseados em SDN, realizando todas as ações de uma rede comum hoje, a partir de computadores virtualizados. A virtualização passaria então a ser estendida para todo o ambiente de rede. Hoje, o que se costuma fazer no mercado é implementar a SDN em LAN, esquecendo-se, porém, de um processo maior, que se estenda para a toda a infraestrutura de rede. Com isso, as empresas esbarram em alguns fatores que não permitem que o sistema seja totalmente colocado em prática neste momento, como por exemplo: 1- A rede atual da empresa não está com a infraestrutura preparada para ser virtualizada Tanto em questões de hardware, como de software, o ideal seria que trabalhassem em modelos de Nuvem Híbrida, para que operassem em ambas as plataformas e posteriormente passassem totalmente para uma SDN. Essa transição seria importante para a empresa se certificar de que a infraestrutura está sendo construída para ser adequada e suportar o novo sistema. Caso ainda não seja, seria o momento de investimentos em atualizações e substituições de softwares e hardwares, por exemplo. 2- A própria empresa não está preparada para o SDN. Isso significa que não somente questões de negócios, treinamento de usuário final e implantação de novos processos e formas de usar a tecnologia precisam ser revistas, mas também o departamento de TI não possui especialistas que possam criar uma infraestrutura capaz de usufruir 100% do que oferecem as redes definidas por software. São poucos hoje os engenheiros de rede que são capazes de manter e solucionar problemas das SDNs. 3- Servidores de armazenamento em ambiente virtual Para se chegar à implantação da rede definida por software, os servidores de armazenamento devem estar totalmente em ambiente virtual, tendo seus dados e informações migradas de forma completa. Se não estiverem, muitos dos benefícios de flexibilidade e controle da nova tecnologia ficarão sem uso. 4- Integração de profissionais Em grandes organizações com uma equipe de TI grande, os que atuam com hardware geralmente trabalham separados dos que atuam com software. Os que atuam com aplicativos estão independentes dos que mexem com infraestrutura de rede. No modelo SDN, porém, todos deverão trabalhar em consonância, uma vez que em ambiente virtualizado, as estruturas são dependentes. O conhecimento de uma pessoa da equipe será complementar a outra, que deverão trabalhar juntas para resolverem problemas. 5- Rever processos organizacionais No mundo ideal, as redes definidas por software prometem que as empresas vão acelerar a implantação e a distribuição de aplicativos, reduzindo custos de TI por meio da automação de fluxos de trabalho. No entanto, para se chegar a este nível, se a empresa não corrigir seus processos organizacionais e sua infraestrutura de rede primeiro, ultrapassando esses quatro estágios sugeridos, está correndo grandes riscos de falhar na implementação da SDN.

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6 melhores práticas para garantir a segurança da Internet das Coisas.

A Internet das Coisas tem sido vista pelo mercado como uma grande oportunidade de negócios em diversos segmentos. Porém, sendo uma tecnologia que está ainda em fase evolutiva, há pouca experiência e conhecimentos especializados disponíveis no desenvolvimento de ações de segurança, trazendo enorme exposição de empresas a riscos de ataques e perda de informações. O instituto de pesquisas Business Insider Intelligence (BII), avalia que cerca de 9 bilhões de objetos estarão conectados à Internet das Coisas em 2018 e que com tantas coisas conectadas, é possível que 90% de todas as redes de TI terão uma falha de segurança derivada da IoT até 2017. Por essa razão, empresas preocupadas com seus dados devem investir em vários recursos para reforçarem a sua proteção, que vão desde a utilização de softwares e outras tecnologias, até a conscientização do usuário final sobre o manuseio correto dos dados e acessos aos sistemas. Na euforia da implantação da nova tecnologia, as empresas podem facilmente se descuidar de ações básicas de segurança que podem colocar os negócios em risco. Para garantir a segurança da Internet das Coisas, listamos aqui algumas das melhores práticas: 1- Fornecedores confiáveis O primeiro passo é fazer uma pesquisa de mercado com calma para conhecer os fornecedores de IoT e saber exatamente os serviços que oferecem. A demanda no mercado é muito grande e são muitas startups que estão atuando neste mercado. As empresas podem ter alto grau de conhecimento em IoT, mas pouco em segurança da informação. Desconfie de dispositivos que acessam informações relacionadas com a rede e compartilham ou armazenam em algum local externo. 2- Rede segura Antes de iniciar um ambiente IoT, de permitir qualquer dispositivo em sua rede, tenha a certeza de que está em uma plataforma segura. Atualize softwares, antivirus, tenha a certeza de que a sua rede está segura. Muitos dispositivos de Internet das Coisas utilizam sistemas operacionais com baixo grau de segurança, que apesar de serem mais baratos, facilitam a entrada de hackers. 3- Gerenciamento de dispositivos Além dos equipamentos da IoT, se uma empresa tem uma política de BYOD, a quantidade de dispositivos a serem vigiados e gerenciados em prol da segurança será enorme. Por esse motivo, não é posível o uso de sistemas de hardware e software tradicionais. A empresa vai precisar de hardwares modernos e aplicativos capazes de fazerem uma gestão global da infraestrutura de rede. 4- Inclusão de novos dispositivos Antes de considerar qualquer novo dispositivo, verifique seu grau de segurança na descrição do equipamento dada pelos fabricantes e veja se estão compatíveis com as configurações do seu sistema. Para garantir a segurança, não permita que os usuários experimentem novos dispositivos sem antes realizar essa avaliação, além de testes de como o equipamento funciona e como ele transmite seus dados. 5- Configuração de controle de acesso Quando muitos dispositivos tentam acessar recursos de rede ao mesmo tempo, pode haver um congestionamento no sistema, abalando seu desempenho. Para um melhor controle, os gestores de TI precisam configurar esses dispositivos, determinando quais tem prioridade aos recursos, quais os momentos que poderão acessá-los e que tipos de informações poderão buscar. Com essa definição, melhora o controle do fluxo e tráfego das informações, sem sobrecarregar a rede. 6- Backup seguro e eficiente Por fim, um armazenamento seguro dos dados gerados é fundamental. Com muitos dispositivos conectados, a quantidade e variedade de informações geradas é enorme. Para lidar com todo o volume, velocidade e variedade de dados, é necessário ter capacidade de armazenamento adicional. Porém, para que essas informações estejam seguras, certifique-se de que todos os dispositivos da Internet das Coisas em sua rede não estão inundando a área de armazenamento com dados indesejados ou desnecessariamente consumindo largura de banda de transferência de dados, especialmente se o armazenamento for em Nuvem e se paga proporcionalmente pelo espaço utilizado. Equipes de TI que atuam em empresas que querem trabalhar com a Internet das Coisas, devem sensibilizar os diretores que tomam as decisões das companhias sobre o investimento na segurança das informações. Não adianta aplicar recursos em uma novidade do mercado, se são abertas portas para a invasão de outros dados que podem ser estratégicos para as empresas. Para as empresas que necessitam de altos níveis de segurança, é indicado que busquem consultores e especialistas em segurança digital para desenvolverem uma estratégia de abrangente proteção para sua infraestrutura de IoT.

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Roteador Cisco 1905/K9

Roteador Cisco 1905/K9
Part Number: CISCO1905/K9
Memoria RAM: 256 Mb
Memoria FLASH: 256 Mb
Throughput:
Interface Ethernet: 2 GigabitEthernet 1000Base-TX
Slot Serial: 1 Serial EHWIC + 1 Serial HWIC
Capacidade de processar: 290.000 PPSC
O Roteador CISCO 1905/K9 é um roteador que fornece dados altamente seguros, mobilidade e serviços de aplicativos.

Entre seus principais recursos encontramos:

– A Integração de Serviços:
O Roteador CISCO 1905/K9 oferece aumento dos níveis de integração com serviços de dados, segurança, wireless e serviços de mobilidade, permitindo uma maior eficiência e redução de custos,

Roteador Cisco 1905 tambem oferece:
– Services on demand:
Acompanha somente uma imagem do Cisco IOS Software Universal, que contém todas as tecnologias necessárias usadas pelos equipamentos Cisco, e expansível dependendo da sua necessidade, somente ativando uma nova licença,

Roteador Cisco 1905 tambem oferece:
– Alto desempenho com serviços integrados:
O equipamento permite a implantação em ambientes de WAN de alta velocidade com serviços simultâneos ativados até 10 Mbps,

Roteador Cisco 1905 tambem oferece:
– Agilidade de Rede:
Como os equipamentos são modulares, sua rede pode ser projetada conforme a sua necessidade, agilizando assim o processo de expansão da capacidade do equipamento,

Roteador Cisco 1905 tambem oferece:
– A eficiência energética:
O Cisco 1905 possui gestor de energia inteligente, que permite que sejam controlados a necessidade energética dos módulos com horários previamente configurados,

Roteador Cisco 1905 tambem oferece:
– Proteção do investimento:
A Cisco oferece reutilização de uma ampla gama de módulos e softwares, permitindo a flexibilidade de crescimento da empresa
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O que é inovação e por que ela é tão importante para as empresas?

Entenda os conceitos por trás da inovação corporativa e por que ela representa um processo importante para novas estratégias de negócios.

Inovação é uma palavra que frequentemente aparece em reuniões corporativas, eventos de tecnologia, artigos que apresentam o futuro, entre tantos outros lugares. Mas o que de fato representa a inovação? Vivemos na era da informação, na qual consumidores de todas as classes sociais têm fácil acesso à informações sobre produtos e serviços para avaliarem as melhores opções dentro da infinidade que existe atualmente. Com essa nova realidade, as empresas têm percebido a necessidade cada vez maior de inovar e se diferenciar da concorrência. Por isso, temos visto um crescimento nos investimentos em áreas de inovação corporativa, mesmo com uma economia relativamente instável. De maneira geral, a inovação representa a experimentação bem sucedida de novas ideias: aumentar o faturamento, aumentar a produtividade, reduzir custos, alcançar novos mercados, aumentar as margens de lucro, entre outros benefícios, são alguns exemplos do que se busca com o sucesso da inovação. Inovação = trabalhar de forma criativa Quando falamos em trabalhar de forma criativa, muitos podem logo pensar na indústria criativa que trabalha com o desenvolvimento de ideias mais ligadas à arte, publicidade e entretenimento. No entanto, a criatividade não se reduz apenas a essas áreas. A forma criativa de abordar ideias é uma perspectiva que o profissional precisa começar a enxergar. Imagine esta cena: um profissional da sua empresa traz uma grande ideia capaz de solucionar um problema enorme durante uma das mais graves crises da sua empresa ou para desenvolver um novo produto que venha a se tornar sucesso no mercado. Para que isso seja uma realidade e não apenas imaginação, é preciso estimular a criatividade de forma deliberada. “Isso significa não deixar a criatividade ao acaso, sem aproveitá-la ao máximo. É preciso estimular o processo criativo por meio de técnicas que nos permitam treinar cada vez mais”, segundo Gregg Fraley, especialista em Liderança e Criatividade. Mas como desenvolver a criatividade dos profissionais dentro da empresa? O primeiro passo é entender que a criatividade não é algo exclusivo de artistas ou inventores. Qualquer profissional possui a capacidade de trabalhar com inovação, seja em maior ou menor grau. Com isso em mente, é preciso observar que existem dois estilos de profissionais: os inovadores e os adaptadores. Os inovadores têm um perfil disruptivo e buscam quebrar as regras, tentando sempre otimizar processos e desenvolver novas ideias. Já os adaptadores são os profissionais que criam as regras e mantêm uma certa estabilidade na condução das atividades e dos processos. E para desenvolver a inovação dentro da companhia, é necessário ter os dois tipos de profissionais. Mas qual é a importância da inovação para a minha empresa? Para Fraley, a importância da inovação é que, em cerca de cinco anos, existirão dois tipos de organizações: as inovadoras e as falidas. Para ele, o fenômeno de desindustrialização e a forma com que as empresas com modelos de negócio inovadores e altamente eficientes transformaram todo o mercado – muitas delas com base em tecnologias de Cloud Computing – provam que inovar é o único caminho para garantir competitividade. A inovação ajuda as organizações a agregarem valor aos produtos ou serviços ofertados, o que traz diferenciação no ambiente competitivo do mercado atual. E de forma geral, as empresas são o centro da inovação. São elas que criam tecnologias, produtos, serviços e ideias que chegam ao mercado, através de seus laboratórios de pesquisa e desenvolvimento (P&D) que contam com diversos profissionais. É importante entender que a Tecnologia da Informação está transformando companhias de todos os tamanhos. Tecnologias de Colaboração, VoIP e Videoconferência, além de produtos e serviços ligados ao Big Data e à Cloud Computing têm produzido inovações cruciais para que a previsão de Fraley deixe de ser apenas uma suposição. E a cada ano, essas soluções têm ficado cada vez mais acessíveis. Até por isso, o mito de que inovação é um processo caro deve ser deixado para trás. Inovação muitas vezes não tem nenhuma ligação com tecnologias ultramodernas ou sofisticação de alguma solução tecnológica. No entanto, o investimento em soluções de TI por parte das empresas garante diferenciais competitivos que dificilmente serão alcançados apenas desenvolvendo boas ideias.

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Transformação digital afeta até fornecedores de TI.

O próprio mercado de TI sofre com as suas transformações. Empresas do setor devem se ajustar para não fecharem as portas.

Recentes pesquisas de tendências de TI feitas pelas respeitáveis empresas de análises do setor, IDC e Forrester Research, apontam que a Computação em Nuvem será a responsável por transformar o mercado de fornecedores de TI. De acordo com os estudos, um novo conjunto de fornecedores dominantes irá tomar o lugar de players tradicionais do mercado. O IDC aponta que até 2020, 30% das empresas vendedoras de TI fecharão suas portas ou serão vistas de uma forma diferente de como são hoje, tendo fundido ou sido adquiridas por outras empresas. Essas companhias estão obrigatoriamente precisando rever suas estratégias e se mexerem para permanecerem atentas às demandas futuras de mercado e serem competitivas. É o que acontece hoje, por exemplo, com a americana Citrix, que está há 25 anos no mercado e anunciou, este ano, o corte de 900 funcionários. A empresa defendeu que a decisão economizará cerca de US$ 90 milhões por ano, o que a ajudará a ser mais competitiva no mercado de Nuvem. É um ajuste necessário ao negócio de gestão de mobilidade para que continuem antenados e inovadores às necessidades do mercado. Também é o caso do provedor de armazenamento EMC, que foi comprado este ano pela Dell por US$ 67 bilhões, sendo considerada a maior aquisição do setor tecnológico. Outras empresas que passam por reestruturação no mesmo sentido são a Sony, por exemplo, que passa por dificuldades de sua divisão de smartphones e pode demitir alguns colaboradores para diminuir custos e possibilitar uma mudança de foco de atuação; e a a Microsoft, que se mantém comprometida com o Windows Phone, mas que pode abandonar outras unidades relacionadas ao mercado de telefones. Já a BlackBerry, que está mudando seu foco para a Internet das Coisas e pode deixar de atuar com smartphones, precisou demitir para se ajustar. Os especialistas apontam que não é um erro de gestão dessas empresas, mas sim um momento no qual seus segmentos de mercado deixaram de entregar soluções para o futuro. É um sinal de que a natureza da indústria está mudando, e essas organizações não estão entregando soluções de amanhã. A Computação em Nuvem é a grande responsável por essa mudança de mercado, uma vez que as áreas de TI são cobradas constantemente para fazerem mais com menos investimentos, diminuindo seus custos operacionais, de forma inversamente proporcional a entrega de soluções. O objetivo é reduzir a compra de máquinas e contratação de pessoal para a gestão de informações, por isso, as empresas buscam na Nuvem, serviços que sejam capazes de realizar as tarefas remotamente, via Internet, à distância. A Cloud Computing é uma resposta à demanda do mercado que não quer fazer investimentos pesados na área de TI sem antes saber se seu retorno será viável e aplicável aos seus negócios. Esse mercado será ainda mais acirrado pelo constante crescimento do Big Data. De acordo com o IDC, apenas 1% de todos os aplicativos usam serviços cognitivos. Porém, em 2018, esse número chegará a 50%, uma vez que as empresas estão entendendo que a análise incorporada em cada aplicação, facilita a funcionalidade ou conveniência do aplicativo. Naturalmente, para atender essa alta demanda, será necessário mais espaço para armazenamento de informações. IDC e Forrester Research também mostram em seus estudos que as maiores ameaças são as empresas que foram abertas depois da invenção da Internet. O Facebook, por exemplo, tem valor de mercado em torno de US$ 288 bilhões, seis vezes mais que a HP, empresa tradicional do mercado de tecnologia da informação.

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