Cisco lidera ranking de empresas com foco em IoT na categoria hardware.

Pesquisa feita pelo site IoT Analytics mostra principais companhias de TI que trabalham com a tendência.

Quando você pensa em smartphones, que empresa vem à sua cabeça? Muito provavelmente, a Apple. E redes sociais? Facebook, obviamente. E quando falamos de Internet das Coisas, qual empresa é a número 1? De acordo com o último ranking de análise web, feito pelo site IoT Analytics, 5 companhias disputam acirradamente a liderança deste mercado: Cisco, Google, IBM, Microsoft e Intel. Para chegar a essa conclusão, o site utilizou os seguintes critérios: 1- Quais empresas as pessoas mais buscavam no Google 2- Quais empresas foram mais mencionadas no Twitter 3- Quais apareciam mais nas notícias de jornais e blogs 4- Quantos colaboradores focados exclusivamente em IoT a empresa possui. Com base nesses parâmetros, o IoT Analytics separou o ranking também em algumas categorias: • Software • Hardware • Semicondutores • Produto para usuário final • Equipamento Industrial • Consultoria • Pesquisa de Mercado • Machine-2-Machine A Cisco liderou o ranking na categoria hardware, foco da empresa desde sua fundação em 1984. Além disso, das empresas listadas no top 20, ela é a que mais possui colaboradores que trabalham diretamente com Internet das Coisas: 719 funcionários. Para se ter ideia, a Intel – segunda colocada neste quesito – possui cerca de 616 colaboradores. Importância da Cisco no setor de IoT A Cisco cunhou o termo Internet of Everything e está centralizando sua estratégia de negócio na Internet das Coisas como nenhuma outra empresa multinacional de tecnologia de seu nível. Esse movimento da empresa em direção a Internet das Coisas é natural, pois está no centro de tudo o que a companhia sempre fez: desenvolver equipamentos de rede como roteadores, switches e servidores para clientes corporativos. Além de equipamentos de rede, a Cisco também é ativa em soluções de segurança digital e é a anfitriã do Fórum Mundial de IoT.
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Previsões para a área de fraudes eletrônicas são bastante negativas.

Previsões para a área de fraudes eletrônicas são bastante negativas.
Hackers estão de olho nas grandes corporações, mas também têm más intenções com companhias menores e pessoas físicas.

As previsões da consultoria de segurança Easy Solutions para fraudes eletrônicas este ano são assustadoras. Dependendo de como essas informações forem interpretadas, é possível que muitos usuários se desconectem definitivamente do mundo virtual. Porém, da mesma forma que os ataques e ações de hackers estão cada vez mais avançados e maliciosos, também existe uma grande indústria que movimenta o setor de segurança digital e tenta prever as próximas manobras dessas pessoas com más intencões a fim de barrar suas ações. É importante saber, no entanto, em qual parte podem estar os principais pontos de fragilidade para poder reforçar as bases de segurança das redes. De acordo com a empresa, a Dark Web vai ganhar mais força em 2016. A parte da Internet que não é indexada pelos mecanismos de buscas padrão deverá hospedar a maioria dos comandos de ataques por phishing, que atualmente demoram cerca de 34 horas para serem identificados quando estão na Surface Web, a camada que tem seu conteúdo indexado. Com essa previsão, é possível que o tempo para detectar o ataque seja ainda maior ou até mesmo que não seja encontrada sua fonte. Outra previsão é o foco que os hackers darão para as grandes empresas e invasões de grande escala. Especialmente depois do sucesso da invasão no maior banco dos EUA, o JP Morgan Chase em junho de 2014. Hackers vasculharam informações de cerca de 83 milhões de clientes, copiaram seus dados e rodaram programas maliciosos que foram capazes de atingir profundamente a infraestrutura do sistema. Como a invasão demorou para ser reconhecida e atacada, muitas pessoas lucraram com o esquema, em uma operação para manipular preços de ações de empresas de capital aberto. Empresas menores, porém, não ficam de fora das possibilidades de fraudes eletrônicas. O simples roubo de um endereço de e-mail pode permitir que a pessoa de má fé envie uma cobrança ou uma mensagem partindo dos servidores da companhia para clientes e fornecedores, pedindo aportes financeiros e depósitos em contas fraudulentas. Se a pessoa que recebe a mensagem não checar a informação por outro meio, ligação telefônica, por exemplo, poderá cair em um golpe. Fraude com identidade sintética é outro ponto. Nada mais é do que o roubo de informações de vários indivíduos e a combinação dessas informações pessoais para formar uma nova identidade virtual. Esse novo indivíduo pode solicitar abertura de contas em bancos e cartões de crédito, por exemplo. Por fim, a previsão do crescimento da programas maliciosos e surtos de malware é forte. As informações que eram confinadas e guardadas a sete chaves por um número pequeno de hackers agora são facilmente distribuídas e compartilhadas, aumentando a curiosidade de conhecedores de sistemas e as possibilidades de ataques. Para se manter distante dos olhares desses invasores, o ideal é que os sistemas tenham proteção em todas as suas camadas de acesso e que seja feito um monitoramento constante e sistemático em todas elas, testando algumas vezes suas barreiras e fragilidades. Foi dessa forma que a equipe do JP Morgan encontrou a invasão e conseguiu barrar os hackers antes que invadissem totalmente as contas bancárias dos clientes. Além disso, deve haver uma preocupação também nos dispositivos móveis, canais transacionais e armazenamento de dados em Nuvem. Cada um deles tem mecanismos específicos de segurança, mas que exigem também ferramentas que possibilitem invasões nos canais de conexão entre eles, especialmente para evitar, por parte dos hackers, o monitoramento das atividades virtuais de milhões de usuários e empresas em todo o mundo.

yuyu