5 MAIORES PROBLEMAS DE CONFORMIDADE EM TI E COMO RESOLVÊ-LOS.

Conformidade significa alinhar as medidas adotadas por gestores de TI às regras que regulamentam os mercados.

Compliance é uma palavra inglesa muito comum ultimamente em TI e sua tradução é conformidade. O seu significado é de algo que está de acordo, que possui uma relação de correspondência, que concorda. Muito bem, desde maio de 2018, quando entrou em vigor o GDPR, as exigências por dados em conformidade com as regras chegaram ao seu auge. Assim como a forma como essas informações são capturadas, armazenadas, analisadas e usadas devem estar todas de acordo. As empresas que têm ao menos um cidadão europeu em seus bancos de dados devem seguir essa regulamentação, sob pena de multas altíssimas em caso de descumprimento. E como os negócios não querem se arriscar, o melhor é se adaptarem. Especialistas listaram as principais dores de cabeça no que tange a conformidade das informações, entre elas estão: 1 – BYOD: o fato de que um colaborador utilize a rede corporativa para acessar seus próprios dispositivos criam grandes vulnerabilidades de segurança. Podem modificar padrões, mexer em bancos de dados e tirá-los da conformidade já organizada. Enfim, se não houver um controle desses dispositivos e mesmo dos dados que estão armazenados no sistema, trancando com senhas e chaves de acesso as informações que não podem ser acessadas por BYOD, a empresa corre o risco de ser denunciada. 2 – Atualizações e correções de software: imagine que uma empresa encomende a construção de um software específico para atender suas demandas rotineiras. Passados os anos, novas tecnologias entram no mercado, assim como surgem novas formas de ataques por hackers, buscando sempre vulnerabilidades dos sistemas. Se este software não receber atualizações e for corrigido periodicamente, corre um sério risco de segurança e retornamos ao ponto inicial, de acesso a banco de dados com informações confidenciais de clientes e, falta de conformidade com as legislações atuais vigentes. 3 – GDPR: a regulamentação veio para somar no processo de confidencialidade dos dados, abrindo inúmeras discussões sobre a liberdade do uso de informações pessoais na Internet. Entretanto, se tornou também uma grande dor de cabeça para as empresas, que precisam conhecer detalhadamente suas regras, fazer um mapeamento de seus processos atuais, fazer um diagnóstico dos pontos que não estão em conformidade e criar um plano de ação com cronograma para se ajustar.

4 – A rede do fornecedor: não basta olhar somente para o próprio sistema. Empresas terceirizadas e que prestam serviço devem estar em conformidade também para que não infectem as redes de uma companhia com dados que não estão de acordo. Um levantamento da Soha Systems indicou que até 63% de todas as violações de dados reportados em 2017 se originaram direta ou indiretamente de fornecedores terceirizados. 5 – Internet das Coisas: o mercado de IoT está em explosão. São milhares de novos dispositivos conectados a todo instante, causando uma grande preocupação com relação à segurança. Estudo da Forrester aponta que 82% das companhias lutam para identificar e proteger dispositivos IoT conectados em rede e que 54% dos entrevistados se disseram ansiosos, preocupados com esta questão. Especialistas indicam que os dispositivos IoT devem ser colocados em áreas separadas na rede para limitar o acesso de hackers, que por ventura invadam o sistema. Enfim, a conformidade significa alinhar as medidas adotadas por gestores de TI às instruções normativas, regulamentos, decretos, leis, se tratando de uma obediência a determinações externas à organização, que deve obrigatoriamente segui-las para continuar atuando no mercado em que está inserida.

COMO ATENDER AOS PADRÕES DE CONFORMIDADE DO DATA CENTER EM IMPLANTAÇÕES HÍBRIDAS?

Antes de começarmos a discussão sobre Data Center no post de hoje, vamos balizar sobre o que se trata as implantações híbridas. Estamos falando, na verdade, de TI híbrida, motivada especialmente pela chegada da Computação em Nuvem e agora pela maturidade do setor de TI, que conseguiu absorver as novas tecnologias e transformá-las em resultados para as empresas. A TI híbrida já alcança servidores, infraestrutura, aplicativos e dispositivos, permeando o dia a dia de companhias que buscam eficiência em suas redes com custo mais ajustado às suas realidades. O desafio, porém, é a otimização dos processos para se obter o máximo de benefícios de cada elemento que compõe essa nova infraestrutura além de atender a todos os padrões de conformidade do Data Center. Já discutimos aqui qual a opção de nuvem mais adequada para as empresas e a conclusão a partir de pesquisas e estudos com especialistas é de que o mundo corporativo está reconhecendo que a combinação de infraestrutura de TI híbrida oferece, atualmente, uma opção mais acertada. O número de regras de conformidade do Data Center é espantoso Quando o assunto são os padrões de conformidade do Data Center, porém, o número de regras é enorme. Alguns desses padrões são a Lei conhecida como SOX, que estabelece auditorias e regulamentações financeiras para empresas públicas americanas; o padrão PCI DSS, um fórum global para a disseminação de padrões de segurança na proteção de dados de pagamento criado pelas principais empresas globais de cartão de crédito que alinha a conformidade financeira; a Lei de Portabilidade e Responsabilidade de Seguro de Saúde (HIPAA) para conformidade de dados médicos, entre inúmeras outras leis.

Todos os dados que entram em uma rede devem estar em conformidade com essas leis locais, estaduais, federais, mundiais. Os padrões variam de acordo com o contexto de cada negócio e atender a todos eles é um desafio duplo quando se trata de TI híbrida, uma vez que estamos considerando parte da rede em Nuvem, com dados presentes em diferentes ambientes geográficos. O equilíbrio que as empresas precisam encontrar neste contexto é entre desempenho e conformidade. Alguns especialistas acreditam que a escolha de um Data Center deve partir do pressuposto de desempenho e ao longo da jornada, vai se trabalhando a conformidade. Porém, outras discussões incluem a escolha do centro de dados considerando primeiro as necessidades de padrões que precisam ser necessariamente seguidos, deixando um pouco do desempenho de lado e focando na realidade do negócio.   Como atender a todos os padrões em TI híbrida As cargas de trabalho estão cada vez mais distribuídas entre o local e a Nuvem em diferentes localizações geográficas. Diante do ritmo acelerado das mudanças na TI empresarial, é essencial contar com a capacidade de centralizar os dados de todas essas plataformas para ter maior visibilidade da complexidade e encontrar soluções de forma ágil. A única maneira de manter o controle e atender satisfatoriamente às necessidades de conformidade e governança de sua organização, além de entregar a qualidade de serviço necessária para cumprir os contratos de nível de serviço, é ter visibilidade de toda a pilha de aplicativos, desde os serviços de infraestrutura que prestam suporte à camada de aplicativos até as redes que se conectam aos clientes. Outro ponto é que a conformidade do Data Center pode mudar de forma periódica, seguindo mudanças de regras na sociedade, chegada de novas tecnologias e novas discussões de órgãos regulamentadores e por isso, a equipe gestora da rede deve estar atenta para programar os ajustes. Segurança dos dados é palavra de ordem neste ambiente híbrido, utilizando criptografia e outras ferramentas de defesa, assim como backup de informações para recuperação de desastres. Enfim, a centralização para melhorar visibilidade da rede é a principal chave para ajudar a equipe de TI e cumprir com todos os padrões de conformidade, independente se os dados estão em Nuvem ou em ambiente local.

 

Mais tráfego será criado até 2022 do que nos 32 anos anteriores desde o início da Internet. De onde esse tráfego virá?

A Internet é composta por milhares de redes públicas e privadas ao redor do mundo. Desde de seu surgimento em 1984, mais de 4,7 zettabytes de tráfego IP passaram por ela. Isso equivale a todos os filmes já produzidos trafegando por redes IP globais em menos de um minuto.

Entretanto, segundo as previsões do novo Visual Networking Index (VNI) da Cisco, isso é só começo. Em 2022, o volume de tráfego IP nas redes globais vai ultrapassar o de todos os anos de Internet juntos, entre 1984 e 2016. Em outras palavras, mais tráfego será criado até 2022 do que nos 32 anos anteriores desde o início da Internet. De onde esse tráfego virá? De todos nós, de nossas máquinas e da maneira como usamos a Internet. Até 2022, 60% da população mundial será usuária de Internet. Mais de 28 bilhões de dispositivos e conexões estarão on-line. E vídeos responderão por 82% de todo o tráfego IP.

“O tamanho e a complexidade da Internet continuam crescendo de uma forma que muitos não imaginariam. Desde que começamos as projeções do VNI, em 2005, o tráfego foi multiplicado por 56, acumulando 36% de taxa composta de crescimento anual (CAGR), com mais pessoas, dispositivos e aplicações acessando redes IP”, afirmaJonathan Davidson, vice-presidente sênior e gerente geral do Negócio de Provedores de Serviços da Cisco. “Os provedores de serviço globais estão focados em transformar suas redes a fim de administrar e rotear melhor o tráfego e, ao mesmo tempo, entregar experiências superiores. Nossas pesquisas atuais nos ajudam a obter e compartilhar conhecimentos valiosos sobre as transições que nossos clientes precisam fazer em tecnologia e arquitetura para serem bem-sucedidos.”

Principais previsões para 2022 

O VNI da Cisco analisa o impacto que usuários, dispositivos e outras tendências terão nas redes IP globais em um período de cinco anos. Para o período de 2017 a 2022, a Cisco prevê que:

1. O tráfego IP global mais que triplicará

– O tráfego IP global deve atingir 396 exabytes por mês até 2022, contra os 122 exabytes por mês em 2017. Isso dá 4,8 zettabytes de tráfego por ano em 2022.

– O tráfego da Internet em horário de pico aumentará cerca de cinco vezes (CAGR de 37%) entre 2017 e 2022, atingindo 7,2 petabytes[1]por segundo em 2022. Para se ter uma comparação, o tráfego médio de Internet crescerá cerca de quatro vezes (CAGR de 30%) no mesmo período, chegando a 1 petabyte por segundo em 2022.

2. Os usuários de Internet representarão 60% da população mundial

– Haverá 4,8 bilhões de usuários de Internet em 2022. Em 2017, eles eram 3,4 bilhões, ou 45% da população mundial.

– No Brasilhaverá 191 milhões de usuários de Internet em 2022, representando 88% da população. Em 2017 eram 154 milhões de usuários (73% da população).

 

3. Dispositivos e conexões em redes globais atingirão a marca de 28,5 bilhões

– Em 2022 haverá 28,5 bilhões de dispositivos pessoais e conexões nas modalidades fixa e móvel, contra 18 bilhões em 2017 – o que significará 3,6 dispositivos/conexões em rede por pessoa, contra 2,4/pessoa em 2017.

– No Brasil serão 724,2 milhões de dispositivos conectados em 2022 (em 2017 eram 500,3 milhões), com 3,3 dispositivos conectados por pessoa (em 2017 eram 2,4 per capita).

– Mais da metade de todos os dispositivos e conexões serão máquina-máquina (M2M) em 2022, contra 34% em 2017. Serão 14,6 bilhões de conexões provenientes de uma grande gama de dispositivos e objetos inteligentes, comparados com os 6,1 bilhões de 2017.

– As conexões M2M representarão 45% (326.1 milhões) de todos os devices conectados no Brasil em 2022. Em 2017 o M2M representava 29% das conexões.

 

4. As velocidades globais de banda larga, Wi-Fi e conexões móveis serão duas vezes maiores, ou até mais

– As velocidades globais médias de banda larga fixa quase duplicarão, indo de 39,0 Mbps para 75,4 Mbps.

– As velocidades globais médias de conexão Wi-Fi serão mais de duas vezes superiores, aumentando de 24,4 Mbps para 54,0 Mbps.

– As velocidades globais médias de conexão móvel vão mais que triplicar, passando de 8,7 Mbps para 28,5 Mbps.

– No Brasila média de velocidade da banda larga fixa crescerá 2,2 vezes, de 13,2 Mbps em 2017 para 29,0 Mbps em 2022. Já a velocidade média Wi-Fi a partir de dispositivos móveis vai crescer 1,8 vez, de 9,3 Mbps para 16 Mbps. E a velocidade média de conexão móvel no país crescerá 3 vezes, atingindo 20 Mbps em 2022.

 

5. Vídeos, jogos e multimídia representarão mais de 85% de todo o tráfego

– O tráfego IP de vídeos irá quadriplicar até 2022. Como resultado, representará uma porcentagem ainda maior do tráfego IP total – 82% contra 75% em 2017.

– No Brasil, o tráfego IP chegará a 5,9 exabytes em 2022, crescendo duas vezes em relação a 2017. Os vídeos responderão por 85% de todo tráfego IP em 2022

– O tráfego de jogos deverá ser nove vezes maior em 2022 em relação a 2017, passando a representar 4% do tráfego IP total global. Enquanto que no Brasil o crescimento deve ser de 4 vezes, representando 3% do total do tráfego IP em 2022.

– O tráfego de realidade virtual e realidade aumentada irá disparar, com um número crescente de consumidores e empresas usando tais tecnologias. Em 2022, o tráfego de realidade virtual e aumentada atingirá 4,02 exabytes/mês, contra 0,33 exabytes/mês em 2017.

3 FORMAS DE TORNAR O APRENDIZADO DE MÁQUINA MAIS EFETIVO!!

Entenda como o aprendizado de máquina pode ser útil para o seu negócio.

Com o decorrer do tempo, novas tecnologias e meios de comunicação aparecem diante de nossos olhos com um objetivo simples: tornar menos complicados os processos mais demorados da vida. Nesse sentido, toda a empresa tem a oportunidade de crescer pegando um atalho com o aprendizado de máquina, que acaba se tornando uma ferramenta diferenciada ao utilizar a inteligência artificial (IA) para facilitar ainda mais esse mundo de possibilidades. Conheça agora um pouco mais sobre o assunto e como utilizar essas ferramentas da maneira certa. O aprendizado de máquina faz uso da inteligência artificial para analisar e processar dados de maneira mais efetiva do que a convencional, dispensando muitas dores de cabeça. A chegada da IA revolucionou o mercado de trabalho e tornou possível um novo mundo de oportunidades para empresas de todos os portes. Isso facilitou o acesso ao aprendizado de máquina e, como consequência, a Inteligência Artificial virou fator decisivo para determinar se empresas conseguem ou não se adequar ao ritmo da atualidade. É comum que a IA seja solicitada para atuar em diferentes setores com flexibilidade. Suas principais vantagens são: Ter tecnologia de ponta: cálculos simples ou complexos e organização podem não ser mais um problema que deva ser resolvido por uma ou mais pessoas. A IA é autossuficiente. Ser multitarefas: o aprendizado de máquina suporta não só tarefas simples, como algoritmos de alerta, mas também pode ajudar a vencer os concorrentes, agilizando tarefas mais complexas e de alto risco. O primeiro movimento de quem passa a conhecer este ramo da inteligência artificial é querer possuir esta tecnologia, ainda que não saiba exatamente o que fazer com ela. Então não seja mais um dos que querem posse do aprendizado de máquina apenas por se tratar de uma tecnologia avançada. Tenha um objetivo claro ao usar a IA a seu favor. O primeiro passo da jornada é ver a inteligência artificial como um instrumento para potencializar o que você quer fazer de melhor: seja convencer seus clientes a fazer um bom negócio ou predizer taxas de sucesso ou volume de compra, por exemplo.

Você pode utilizar o aprendizado de máquina na empresa para fazer diferentes tarefas de diferentes formas. Esse é o diferencial que você precisa buscar usando a IA. Depois disso, basta avaliar cada tarefa e designar se sua inteligência artificial pode assumir sozinha as tarefas ou se elas necessitarão do complemento da inteligência humana. Mas, agora, que tal potencializar o aprendizado de máquina e deixar a inteligência artificial te dar resultados? Veja 3 formas de fazer isso: 1. Use pessoas para comandar o aprendizado de máquina Embora você possa programar a IA para fazer um bom e longo serviço sozinha, colocar a inteligência humana no processo pode aumentar os seus horizontes. Para obter insights analíticos mais profundos ou agregar mais valor aos negócios, essa ferramenta precisa ser operada por pessoas mais capazes como estatísticos avançados, modeladores preditivos, cientistas e tantos outros profissionais que consigam conectar a tecnologia aos negócios.   A presença humana na equipe é capaz de extrair ao máximo todo o potencial da Inteligência Artificial dentro do aprendizado de máquina. A chave não é substituir o seu funcionário pela máquina e sim potencializar seu negócio com a ajuda da IA. 2. Conheça sua direção Por mais que a Inteligência Artificial seja fantástica, é imprescindível controlar o processo do aprendizado de máquina para evitar o viés analítico. Eles podem ser tanto humanos quanto algorítmicos. Por isso, tenha em mente que humanos reconhecem suas falhas e podem reconhecer também as suas limitações, mas as máquinas não. A diversidade da força de trabalho ajuda a minimizar os fatores algorítmicos no aprendizado de máquina e a inteligência artificial pode ser treinada para evitar falhas no controle. 3. Estabeleça uma meta Pode parecer um passo simples, mas, é muito específico na IA. Embora ter uma equipe homogênea seja um benefício para a empresa em muitos aspectos, isso pode não ser o melhor quando se trata de cruzar algoritmos diferentes de aprendizado de máquina. Tenha uma equipe harmônica, mas que, ao mesmo tempo, seja formada por pessoas de origens diferentes. Isso é especialmente importante no cruzamento dos algoritmos de aprendizado de máquina, equilibrando as coisas e evitando vieses invisíveis na programação. Viu como o aprendizado de máquina pode ser essencial para o sucesso do seu negócio? Não deixe de investir na IA para alavancar os resultados da sua empresa!